sábado, 6 de outubro de 2012

3º dia - Bertelo / Chaves

3ªFeira - 04 Setembro 2012, Algures em Bertelo.

O nosso dia começou assim - Acordei por volta das 07h30, nunca pensei acordar tão tarde. Olhei para o beliche à minha frente e ainda estava lá o meu companheiro de viagem.

- Cliquem nas fotos para ver com melhor resolução -


Lá ganhei coragem e levantei-me, fui tratar da higiene pessoal, e a seguir fui ao quintal do albergue buscar a roupa que tinha estendido na noite passada. Quando cheguei ao dito quintal, fiquei pasmado com a paisagem, de cortar a respiração, lindíssima.


Preparámos as bicicletas, fizemos as últimas afinações e pusemo-nos a caminho da Cumieira. Na noite anterior a nossa anfitriã convidou-nos a passar pelo Centro Paroquial daquela localidade para tomar café.

Para não variar, começou logo com um bom aquecimento, subir, subir, mas não era nada para matar, como no dia anterior.


Encontrámos e entrámos no Centro Paroquial e dissemos que vínhamos da parte da Drª Alexandra a nossa anfitriã e responsável por aquele Centro e o Albergue, mas como a Srª ainda não tinha chegado, adiantámo-nos e tomamos o café sozinhos. Antes de nos fazermos à estrada, aproveitamos e fomos à varanda principal  e mais uma vez fiquei espantado com tanta beleza paisagística.


Ao sair do Centro, encontrámos a Srª Alexandra que nos desejou boa viagem e aproveitámos para agradecer pelo que fez no dia anterior.


Seguindo viagem, a próxima paragem seria Vila Real, mas até lá ainda íamos suar bastante. Mais uma vez friso, que quem fez estas marcações, nunca fez um caminho! Ui que confusão, fartamos de nos enganar com a porcaria da sinalética.


Ao longos da etapas, o sobe e desce foi uma constante, é normal de nos queixarmos mais das subidas, mas fiquei sem pastilhas de tanto descer, eheheh (Cagão :))


Nesta etapa até numa horta andei, é que a passagem acabava num murro e o Beto aventurou-se por cima dele, parecia que era a única passagem. Pensei entrar por uma horta adjacente ao muro, mas até nisso tive sorte, estava lá o proprietário e ajudou-me a colocar a bicicleta para o lado da horta e tinha um pequeno carreiro que dava ao local onde se encontrava o Beto.

Imaginem só o que veio a seguir? Um subida daquela que parte qualquer um, ora vejam a foto. Até parece fácil, mas não foi... Ufa, mas que cosa!!!


Continuámos a subir até passar por baixo de uma Ponte em construção de uma autoestrada. no final dessa subida, foi quase sempre plano até Vila Real.


Em Vila Real parámos para tirar umas fotos junto a um marco do caminho e tentar arranjar uns carimbos para as nossas credencias, que estavam escassas de tinta e símbolos.


Mais uma vez perdemo-nos das setas e tivemos de voltar para trás, a nossa sorte é que não foi muito. Para sair de Vila Real, as setas indicavam-nos na direcção da feira e encontrava-se cheia de pessoas. Ao sair da Feira, foi quase sempre plano. Uns quilómetros antes de chegar a Parada de Aguiar, passámos por trilhos muito engraçados e técnicos.


O caminho que faz ligação a Parada de Aguiar e Vila Pouca de Aguiar, também é uma antiga linha férrea.


Parámos em Vila Pouca de Aguiar para almoçar, deviam ser umas 15h. Após este merecido descanso, retomámos o caminho, e mais uma vez, já não sabíamos das setas (tornou-se habitual dentro das localidades, perdemo-nos das setas). 

Colocámos o velho provérbio em prática, quem tem boca, vaia Roma! E lá encontrámos a Preciosa Seta. Fizemos uns trilhos bem rolantes. 

Apanhámos um desvio de uns 2 km, mas voltamos à sua continuação e na saída do trilho, voltámos para a estrada nacional, avizinhava-se uma grande descida por esta, quando noto que as setas mandavam virar à esquerda, para entrar novamente em trilho. É disto que nós os Bttistas gostamos, MATO!!!!

Saída de Sabroso de Aguiar

Digo-vos uma coisa meus queridos seguidores, foi o Singletrack mais espectacular do Caminho todo. À vontade a contar com descida e partes planas uns 5 a 6 km, e depois disso chegámos a Vidago.

Singletrack

 Vidago

Aproveitámos e parámos junto aos bombeiros voluntários de Vidago, para restabelecer as forças e pôr mais dois carimbos nas credenciais.

 

Estes ofereceram-nos logo água fresca e que bem que soube, foram muito atenciosos. Conversámos um pouco para quebrar a monotonia. Pouco depois despedimo-nos e prosseguimos viagem. Descrição do caminho: Plano, subida, plano, subida, plano, subida, no final desta reencontrei-me com o Beto.


Seguimos novamente juntos até Chaves, mas antes de lá chegarmos, perdemo-nos novamente, mas desta vez por falta de atenção. Descemos tudo o que havia para descer e fomos até à estrada nacional até ao nosso destino final - Chaves.

Nesta etapa ficámos alojados no Quartel dos Bombeiros Flavienses, e mais uma vez sozinhos. As bicicletas ficaram guardadas junto às relíquias da Unidade (Viaturas Antigas), fechado a sete chaves.


No final das arrumações e do banho tomado, fomos à procura de restaurante para jantar. No final deste, fomos dar uma volta pela cidade e depois voltámos para o nosso quarto.

Para verem as fotos na integra  - Cliquem Aqui







terça-feira, 25 de setembro de 2012

2ª Etapa, a mais difícil!!!!

Após uma boa noite de descanso e com as baterias carregadas. Começámos a preparar o que seria a PIOR e a mais DURA etapa de todo o Caminho.

Nesta etapa, fizemos a travessia por Mões, Ribolhos, Bigorne, Penude, Lamego, Santa Marta de Penaguião, Concieiro e finalmente Bertelo.


Cliquem nas imagens para verem com melhor resolução

- Mapa da 2ª Etapa -

O tempo estava mais apropriado para ir para a praia, do que torrar em cima da bicicleta. Estava tanto calor, que infelizmente no horizonte só se via fumo, e até dava  avistar helicópteros na ajuda ao combate de incêndios.

Paisagens magnificas mas infelizmente tudo queimado. Pouco depois de Mões chegámos a uma ribeira que o único meio de passagem era por cima de umas lages, o Beto ainda tentou passar pelo leito, mas não conseguiu.


Ao contrário do outro caminho português, quando existem localidades no meio do percurso, geralmente entra-se e sabe-se onde se está! Mas neste caminho, se estivemos em Ribolho e Penude nem dei conta.

Este caminho tem diversas lacunas, uma delas já mencionei no último paragrafo. E o que se nota mais é na sinalização. Temos de redobrar a atenção, porque senão perde-se. O caminho não está todo mal marcado, mas quem o marcou, nunca deve ter feito um caminho na vida. 

Fico grato pelas poucas pessoas que tentam em melhorar o caminho, toda ajuda é pouca!

Voltando à Etapa, já não sei o que escrever, só sei que subimos muito. Factores que não nos ajudaram em nada,  o calor, os mosquitos, o cheiro insuportável de estrume e das diversas Varas que cruzámos no caminho, típico da região. 

Quando pensávamos que estávamos a chegar, ainda tínhamos uma subida enorme para fazer, mas o pior disto tudo, é que começou a escurecer e não havia luz artificial na estrada, e a minha estava algures guardada no meu alforge. Ao chegar a Conciero já estava tão cansado que só pensava em acabar o dia.

Finalmente chegámos ao Albergue de Bertelo. Tivemos imensa sorte, é que os responsáveis do Albergue estiveram imenso tempo há nossa espera. 


Esta etapa começou em Almargem por volta das 09 horas e chegámos às 21 horas a Bertelo. 



Há nossa espera, estava umas postas de linguado frito, arroz e muito feijão verde, ah sem esquecer da sopa, que também estava muito boa.

Após este manjar dos deuses, tivemos uma visita de uns amigos do meu companheiro. Que aproveitou estar perto de um grande amigo, assim matou saudades!! :)

Para ver as fotos desta viagem - Clique no Aqui

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

1ª Etapa - Caminho Português Interior

Boas, companheiros do pedal. 
Então vamos lá contar, o que se passou nestes últimos dias!

Dica
 Cliquem nas imagens para verem com melhor resolução

- Mapa da 1ª Etapa -

Ansiedade!!!!  Fogo, nem imaginam.... 
Foi o segundo Caminho que organizei, mas este foi diferente, é praticamente novo. Sabia que ia haver imensas falhas no caminho. 

Estávamos ainda com algumas semanas para preparar as etapas. Os Albergues cá em Portugal, tinham de ser marcados com antecedência, e nada podia falhar neste aspecto. A preparação levou algumas semanas antes de seguir viagem em plena autonomia.

07h30 de 02 Setembro 2012, chegada a hora de ir para a Gare do Oriente, apanhar o Comboio. O desejo de partir era imenso, avizinhava-se mais uma epopeia. 

A viagem para Santa Comba Dão foi rápida. Ao sair do comboio, o querer de montar as nossas companheiras de viagem era imensa. Com tanto cuidado ao desmontar e demora, aconteceu o mesmo a montar!

Penso que passado uma hora, já estava tudo pronto para arrancar, com o primeiro destino a Sé de Viseu. A rota estava delineada, seria então nesta 1ª Etapa - Santa Comba Dão até Almargem, pensava eu que fossem 60km e enganei-me, no terreno é que se viu, passaram pouco mais dos 70km.

Ao entrar na Ecopista do Dão, assim conhecida esta ciclovia, tínhamos de percorrer 47,5 km para chegar à terra de Viriato.

Ao percorrer os meus 10km tive de parar para colocar o espigão do selim um pouco mais para cima, quando ao apertar o parafuso da kcnc partiu! 

Fiquei sei lá de que cor, fulo e lixado, em tão poucos km e já havia uma avaria. A minha sorte é que o suporte do meu alforge, é de garra e impedia que o espigão desce-se pelo veio do quadro. O meu companheiro de viagem, tinha uns elásticos, que foram colocados entre a escora e a protecção do suporte e assim evitava que a mesma protecção batesse no pneu. E serviu muito bem para os restantes quilómetros.
 










Situação resolvida, continuamos caminho. Para quem não sabe, esta Ecopista do Dão, é antiga linha férrea que fazia a ligação de Santa Comba Dão a Viseu. Passamos por antigas estações e apeadeiros, alguns aproveitados e transformados em Cafés. Parámos na Estação de Figueiró para abastecer e para assistir um pouco da Vuelta.

Oficialmente, este Caminho começa em Farminhão, uma terra que fica a 12 quilómetros de Viseu, mas as setas ou qualquer sinalização do caminho nem vê-las. E lá seguimos nós pela Ecopista do Dão.

Nesse preciso momento, já não queríamos a Sé, mas sim uma Sportzone para comprar um aperto de espigão, depois sim, rumaríamos à Sé.

Ao chegar, fui à procura onde podia pôr os nossos primeiros Carimbos do Caminho Português Interior de Santiago, e incrível que pareça não consegui na Sé, mas sim num pequeno Café muito simpático, que ao pedir o nosso primeiro Carimbo, foi-me oferecido uma saborosa limonada caseira, o Spínola já não teve a mesma sorte, quando lá fomos depois comer algo, já se tinha acabado.

Ao sair do Café, fiquei mais descanso ao avistar várias Vieiras e setas amarelas. Prosseguimos e naquele momento só pensávamos em acabar o mais depressa possível. Ao sair de Viseu "Cidade", entramos em trilho, um pinhal com o caminho muito rolante. Subidas naquele instante nem vê-las, pareciam que estava reservadas para a etapa seguinte, e estavam mesmo! :S

Passados 20 quilómetros de algum caminho misto, lá encontrámos a primeira de muitos estradões romanos, ao sair deste troço, fomos dar à estrada nacional e lá avistámos a Placa com a inscrição tão desejada - ALMARGEM.


Fiquei descansadíssimo, o fim da etapa estava próximo e naquela altura só faltava mesmo encontrar o Albergue, pensava eu!

Acostumado ao albergues Espanhóis, quando vi o nosso fiquei boquiaberto. Este caminho como é novo, alguns dos albergues ainda não estão prontos, então há as alternativas, neste por exemplo, era o salão de festas e o nosso beliche, foi o palco! O salão de festas era só nosso, assim não nos tínhamos de preocupar se o zé ou a Maria estavam a ressonar.

No que tocou ao jantar, ainda tivemos de ir a pé ao Café do Libório, por indicação do Senhor que nos acolheu na Associação de Almargem - Albergue improvisado. Lá fomos e perguntámos à Senhora Aurora se podia-nos preparar um jantar, a dita Senhora disse que sim, mas ainda ia demorar um pouco, o que para nós era excelente, porque ainda tínhamos de ir tomar banho e mudar de roupa. Dito e feito, à hora combinada descemos e fomos jantar. Na minha opinião, foi o melhor jantar do Caminho todo!

Refeição e atendimento 5 estrelas.


Vejam  na integra como foi esta 1ª Etapa - Cliquem AQUI



terça-feira, 3 de julho de 2012

Está quase - CPISC

Boas, companheiros

Como devem saber, em setembro irei fazer o novo Caminho Português Interior de Santiago. O caminho foi inaugurado em abril deste ano, e suspeito que ainda hajam algumas falhas. Logo aí temos de redobrar a  atenção.

Após de ter feito inúmeras pesquisas, a nossa epopeia irá começar em Santa Comba Dão.

Com a chegada do dia D (domingo 02Set2012), a hora de concentração é às 07horas em Sta Apolónia, para embarcar no comboio Intercidades para a Guarda.

Escolhi  ir de comboio devido a dois factores. O primeiro, é que sabemos onde vão e como estão as bicicletas, e o segundo, é que na nossa paragem temos a ciclovia mais extensa do País. Que vai de  Santa Comba  até Viseu, são 43 quilómetros.

Assim, juntei o útil ao agradável e fazemos parte desta ciclovia até à 1ª Etapa -Farminhão, passando pela Sé de Viseu e com rumo a Almargem.

Dia 03 de Setembro começamos nós a viagem,  ao todo são 5 etapas distribuídas desta forma, 2 em Portugal e 3 em Espanha.


Etapas


Domingo
Santa Comba Dão até Almargem (Passagens por Farminhão, Viseu - Sé)

Segunda-feira
1ª Etapa - Almargem / Bertelo

Terça-feira
2ª Etapa - Bertelo / Chaves

Quarta-feira
3ª Etapa - Chaves / Xunqueira de Ambia

Quinta-feira
4ª Etapa - Xunqueira de Ambia / A Laxe

Sexta-feira
5ª Etapa - A Laxe / Santiago de Compostela


Vou chegar a Santiago de Compostela pela 4ª vez, nestes últimos três anos.
Desta feita inédita para o meu companheiro de viagem, iremos tirar algumas fotos na Praça de Obradoiro e à Catedral. Passado a euforia inicial, iremos buscar a merecida COMPOSTELA, à oficina do peregrino e depois rumamos para o Seminário Menor que alberga peregrinos, tem mais de mil vagas.

Depois de guardar o material e as bicicletas, iremos à Missa do Peregrino, é paragem obrigatória dos para os Peregrinos, após a sua conclusão, é hora de visitar a Catedral no seu interior e tentar dar um abraço a Santiago, com sorte ainda vemos a tumba, onde se pensa ter os restos mortais do ApóstoloPor fim, iremos jantar ao Galeão, os pratos e os preços são convidativos.

Dorsais alusivos para este Caminho, Ei-los:


Próximo Caminho, irei fazer o Francês com saída de Saint Jean Pied du Port!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Logo - Santiago

Boas, companheiros do pedal

Em homenagem aos Caminhos de Santiago, decidi alterar o nosso Logo, mas será únicamente utilizado nos Dorsais para os Caminhos!


Ultreia Et Sus Eya

sábado, 16 de junho de 2012

Caminho Português Interior de Santiago

Boas, companheiros do pedal
Escrevo esta crónica com alguma tristeza, digo isto porque o Caminho Francês de Santiago de Compostela ficou adiado para 2013. O mês escolhido será entre Abril e Maio.

Mas já há uma alternativa para este ano: Escolhi o novo Caminho Português Interior de Santiago.

Este caminho começa em Farminhão (Viseu) e vai até Chaves, depois cruza-se com o Caminho Sanabrés já em Espanha. Ao todo são aproximadamente 400km, e se for até Finisterra serão mais 120km, num total de 520km.

Com esta mudança tão repentina ainda está em fase de estudo as etapas e a ida à Costa da Morte.

Na página oficial deste caminho há um track de GPS que está mal feito, porque dizem que este caminho cruza com o Sanabrés, e no entanto no track nem sequer dá para ver onde é feita essa ligação.

Porém, estive a informar-me com alguns peregrinos que já fizeram este caminho e todos eles aconselham-me a seguir o track do GPS até à fronteira por Chaves e depois para seguir até Verín, mas depois no track manda virar à direita e o caminho, segundo pessoas que já o fizeram, deve seguir-se junto ao leito do Rio Tâmega até Laza, e é lá que é feita a ligação com o Caminho Sanabrés.

Como costume, deixo-vos um cheirinho deste Novo Caminho de Santiago de Compostela

O caminho correcto, segundo os Peregrinos que já o fizeram



Ultreia Et Sus Eya

terça-feira, 12 de junho de 2012

Estreia na Serra de Sintra

Boas, companheiros do pedal

Domingo 10 Junho, fomos para Sintra para um passeio organizado pelo grupo ProjetoBtt. Devido à demora do inicio do mesmo, arrancámos sem os anfitriões e foi o melhor que fizemos. Confesso que já tinha algumas saudades de andar em Sintra, é um mundo à parte!

Se não estou em erro, foi o primeiro passeio oficial dos CDP, nesta mística serra. Para alguns cavaleiros era a estreia absoluta e tenho a certeza que ficaram rendidos aos encantos da serra, e com o desejo de regressar.


Voltando ao passeio, a manhã estava esquisita, havia muito nevoeiro e alguma chuva daquela Molha Tolos. Ao entrar na serra começamos como é habitual, a subir :)
Tínhamos de estar atentos com o terreno, isto mais nas descidas, é que haviam diversas armadilhas montadas e um simples erro, era um convite a ir ao chão.

Houve algumas descidas que me senti mais confortável com a bike à mão. Exemplo disso eram aquelas descidas dignas de um Rider de Downhill. Até os mais destemidos tinham respeito e não se aventuravam tanto. O problema não era só a descida, o terreno também não ajudava nada, estava impróprio para descer em cima da bicicleta, até doía só de ver!


Bem, fizemos de tudo um pouco, e as subidas, algumas delas eram autênticas paredes. Mas estas faziam-se mais devagar e ao chegar ao topo, havia quase sempre uma recompensa para o merecido esforço , a vista era quase sempre magnífica.

Com tanto sobe e desce cruzamo-nos com o grupo médio do Clube Btt Lisboa que comemoravam desta forma o seu 5º aniversário. Foi bom rever caras conhecidas.

Continuando a rolar, o nosso primeiro objetivo era ir ao Templo da Lua, os meus companheiros, creio que só o Manel é que conhecia este monumento natural ou não, eheh. Infelizmente o tempo não deixou, estava demasiado nevoeiro e optamos por ir à Pedra Amarela, que foi uma estreia absoluta para os presentes, excepto o guia, eheh

Depois de uma grande descida, deparámo-nos com mais uma parede e que parede, mas também era a última e a vista  :-). Passado o último obstáculo, o descanso foi merecido e como já tinha dito, a vista foi mesmo deslumbrante.

O regresso foi rápido e o único e grande cuidado a ter eram mesmo os carros. Monserrate, Quinta da Regaleira, foram alguns dos locais de passagem no regresso a Colares. Despedida da Serra e a saudade a instalar-se.

Ficou para trás mais uma manhã muito bem passada, "e alguém viu o António?"

sábado, 26 de maio de 2012

Visita às 24h Monsanto

Boas, companheiros do pedal
Ontem fiz uma visita à mata de Monsanto para ver um pouco das 24h de bike. É claro que nos aventuramos e infiltrámo-nos no circuito da prova. Alguns já conhecia mas havia um muito porreiro um singletrack muito rápido, junto à entrada da Carreira de Tiro. Fomos até ao Padock onde se encontram os restantes atletas a descansar.
Já no regresso, tive uma infeliz queda, que me deixou com algumas mazelas nos joelhos, coxa direita e o ombro do mesmo lado. 
Eheheh não achei piada nenhuma, já tinha ali passado imensas vezes e nunca me tinha acontecido nada, infelizmente algo bloqueou a roda e fui projectado da bike. Bem, podia ser pior!! :(
Ainda houve tempo para a foto da praxe e logo a seguir, foi sempre a fundo até Moscavide, acho que bati o meu recorde, e assim ia-me mantendo quente devido às mazelas adquiridas há bem pouco tempo atrás.
Quero agradece ao Manel e à Ema que estiveram uma eternidade à minha espera e à excelente companhia de dois Cavaleiros, Zé e o Hélder.

Ei-las the pictures



Sorry, ficaram desfocadas
24H

 Zé
 Depois da queda
 
 
Pra Semana, estou lá outra vez e vou descer o mesmo trilho, e tentar saber o que se passou

Fui, até à próxima

domingo, 20 de maio de 2012

Alvalade - Porto Côvo (20Maio12)


Boas, companheiros do pedal

 Ontem fui fazer o raid de Alvalade - Porto Côvo, nos 70km, e o meu objetivo era fazer o raid em menos de 5 horas. 
Objetivo esse realizado mas durante essas 04h17m, nem imaginam o tempo que apanhamos. Desde muito vento, a chuva, granizo e muita mas mesmo muita lama. Eheh no final tinha imensas camadas de  lama. Fez-me lembrar aqueles tratamentos para a pele, no qual ficamos cobertos de argila.
 Voltando ao percurso, havia muitos estradões de asfalto e terra, foi muito rolante, havia imensos postos de abastecimento mas como éramos muitos, estamos a falar de 2300 Bttistas, imaginem só a confusão, é lógico que não estavam lá todos mas uma boa parte.
 E as subidas, que só apareceram no final, e algumas eram autênticas paredes, mas valeu a pena. Tirando estas adversidades, gostei imenso e para o próximo ano irei  voltar e com um novo objetivo, baixar para as 03h30m, que é possível. (com algum treino, eheheh)
Deixo-vos algumas fotos, infelizmente não são muitas mas dá para ter uma noção do meu estado.






Para a próxima Edição encontramo-nos lá, isto é a 15ª do Alvalade - Porto Côvo, 
e não poderá haver baldanços!
Inté Ehehehe


domingo, 13 de maio de 2012

Cavaleiros do Pedal - Na rota do leitão & das mines


Boas, companheiros do Pedal

Passeio domingueiro, com inicio em Loures, com rumo Negrais, em busca das saborosas sandes de Leitão, passo a publicidade, A Rosa dos Leitões, 5 *, mas até lá chegar tivemos que passar diversos obstáculos, tais como algumas subidas que exigiam alguma perícia e resistência.
A todos os que foram o meu Obrigado, foi uma manhã e inicio de tarde fora do comum.
Deixo-vos um cheirinho do que aconteceu hoje! 
Espero que gostem...

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