terça-feira, 1 de agosto de 2017

LISONJEADO

Boas companheiros/as do pedal

Ontem no trabalho, fui abordado por um senhor a pedir informações de estacionamento de uma moto. Até aí tudo bem.

O insólito aconteceu. Chamo-lhe insólito, porque não é todos os dias que te dizem o que Ele, o mesmo senhor da moto me disse.

Após ter estacionado a moto, começou a olhar para o meu cartão a ver o meu nome. Achei estranho, mas depois veio o que não estava à espera.

Ele vira-se e diz, que queria ter a certeza que era mesmo eu.

E que só faltava pedir-me um autógrafo. Ainda sem saber o porquê daquilo tudo.

Ele responde que segue as minhas viagens no fórumbtt, no blogue, nas páginas do Facebook. Há melhor? Fiquei sem jeito.

Eu apenas faço o que gosto e nunca fiquei à espera que me digam tais coisas, como servir de inspiração.

Muito bom.

Fiquei lisonjeado

Obrigado PSampaio

SÁBADO / DOMINGO

Boas companheiros/as do pedal

Já algum tempo que não dava duas seguidas... 
Mentes perversas! 

Sábado fui andar com quatro amigos, Carecada em peso.


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Combinámos na Galp de Loures.

Saímos daí até Bucelas por estrada.

Depois fizemos uns trilhos que não conhecia.

Fizemos um ataque ao forte de Alqueidão. 

Já não ia lá há uns 4 anos.

Descemos bem. E subimos também muito bem. Singles à maneira. Já tinha saudades de andar com este pessoal, e conhecer cantos novos do meu quintal.

 Adorei

 Para repetir, sem dúvida
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DOMINGO

6ª Edição da Maratona de RibamarBtt.

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O ano passado não consegui desfrutar porque andava com o apêndice agarrado. Não deixava andar. 

Nem ele nem ninguém. Cortado e bem cortado. Desta vez diverti-me à GRANDE!

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O Marco ao início ia para ganhar, parecia um foguete. Nunca mais o vi. É daqueles gajos que diz que não anda nada e depois vê-se. 

No único abastecimento, lá o reencontrei, é pá que abastecimento. Bifanas. E bem boas. Comi umas duas. Depois queixo-me que estou redondo. 

Os fotógrafos, belas chapas, grandes fotos mesmo. Belos ângulos. E eu nem sabia que voava.

Marco
 
 
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Dou os parabéns não só pela comida, mas por tudo que a Equipa do RibamarBTT fez este ano.

Mais uma vez servi de mecânico na prova. Não para mim, tenho tido muita sorte nesse sentido. Até mesmo em quedas. 

Encontrámos um participante sem corrente. E como eu tenho tudo e mais alguma coisa, lá o safei. Elo de 10v. Lembram-se do Sport Billy, ora aí está... 

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Gostei muito da maratona. Este ano alguns trilhos já os tinha feito mas na direcção oposta. E outros tantos novos. Sem dúvida. Estão de parabéns todos os intervenientes, sem esquecer ninguém. 

Para acabar, o almoço, divinal! 

E foi assim o fim de semana
Quando me fui embora, ainda peguei ao serviço das 16 às 23, custou mas valeu a pena os dois passeios.

O gordo a voar
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The EnD

quinta-feira, 20 de julho de 2017

À DESCOBERTA

Boas companheiros/as do pedal

Passado domingo, consegui reunir três amigos, e um deles a estreia absoluta na Serra de Sintra,

Costuma-se dizer nem 8 nem 80, mas neste caso uso-o como uma comparação

8 pela positiva,  porque adorou a Serra, e 80 pela negativa, porque não acabou como queria, problemas técnicos, dois furos, ambos no pneu traseiro.

Ao colocar câmara de ar, provavelmente o que provocou o segundo furo, terá sido o taco que o pneu já tinha, originou uma mordedela de cobra.

Turma Laranja
Mordedela Cobra
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Bem, começando pelo inicio...

Primeiro problema, o transporte das máquinas. O suporte que tinha, era e é de fixar na mala, logo aí tenho de ter a matricula destapada e não foi isso que aconteceu, corri o risco de levar uma multa. Duas das bicicletas, não se conseguiu tirar a roda da frente.

Matricula ficou assim tapada
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Ao chegar à Cavaleira, coloquei o carro na repsol, e lá fomos nós sem track especifico, e à descoberta. Ao sair da Cavaleira, fomos em direcção à zona histórica de Sintra, Palácio das Chaminés, e nem foto da praxe tirámos, siga que já se fazia tarde.

No inicio queria entrar na serra por um percurso que conhecia, enganei-me e fomos dar a outro que já tinha feito, numa zona que não sei o nome, parámos a primeira vez para bebermos uma bejeca, e que bem que soube, a partir daí estávamos entregues à sorte dos trilhos que nos aparecem.

Fromme
 Depois do Pequeno-Almoço, só parámos na Bejeca
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Logo ao sair da zona do café, apanhámos algumas paredes, e houve uma, filha da Mãe que parede, consegui fazê-la, que orgulho, foi dura, e eu não estava andar nada, mesmo nada, esqueçam. O meu último treino, volta destas, foi há três semanas e por acaso nesta serra (SObR3).

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 Estendal do Nuno
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Passado uns momentos, entusiasmei-me e eles ficaram um pouco para trás, não de eu estar andar muito, mas pelo o facto do Johnny ter furado a primeira vez, lá voltei e deparei-me com o pneu do Johnny a vir-se. 

Ya mesmo, há provas, pelo menos uma ou duas fotos do liquido nas plantas.

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Pouco depois de termos posto a única câmara de ar 29 existente na volta, retomámos ao giro, nem sabia onde andava. Pouco depois vi onde estávamos, já me era familiar os trilhos, e assim chegámos aos Capuchos, onde tem o estacionamento e a torneira. 

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Lá abastecemo-nos de água, comemos algo mais, e seguimos com destino Pedra Amarela, fomos até aos 4 caminhos e dali descemos o trilho que vai para a barragem da mula. 

Há duas bifurcações e eu como guia, enganei-me, e ainda bem, fomos dar mais ao menos a meio do trilho das pontes, só lá tinha passado uma vez e tinha gostado, nada como apresentar o tal trilho aos meus companheiros. 

Mais uma vez entusiasmei-me, e eles demoraram a vir, algo se passa, voltei para trás novamente, só que desta bem que subi, era novamente o pneu do Johnny. 

Toca a desmontar tudo novamente, lavar o pneu por dentro, tirar melhor aquela nhanha do liquido do tubeless, e procurar o tal furo, foram dois, a tal Mordedela da Cobra.

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Depois de ter limpo e remendado o pneu, ainda deu para curtirmos uns trilhos, alguns a descer, como o resto do trilho das pontes, que era mesmo ali ao lado. 

Depois fizemos outra subida, na continuidade do trilho das pontes, e para quem vai para o outro lado, mais um desafio, tudo seguido, com muita raíz pelo meio, nada que eu não goste, adooooooooooooooooro.

Ainda deu para fazer mais uma paragem para descansar, estava imenso calor, o dia estava um espectáculo, e quando voltámos à estrada, subimos o trilho das minas até quase ao inicio / fim da subida dos Homens, o acesso mais duro à Pedra Amarela.

O johnny estava embruxado, o terceiro e último furo foi ali perto, como íamos subir à Pedra, eu tentei ir montado e dei-me bem, fiquei super contente comigo, pensava que estava bem pior, e aquela subida quebra muito, e como a última vez que tinha ali andado, já tinha sido bem perto de umas 3 semanas, nunca imaginei trepar o que trepei e ter conseguido sem desmontar.

Pedra Amarela
Serra tem destas vistas de ficar sem fôlego
 Nóis
Nóis Again - With Nuno
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Para terminar, a única solução que se encontrou foi, eu e o Nuno fomos a pedal até à Repsol da Cavaleira buscar o carro, e ir ter com eles. 

Demorámos quase tanto tempo de carro como de bike, aquilo em Sintra é impossivel, não dá para andar, só transito, pelo menos até ao cruzamento para a Regaleira e para o Palácio da Pena.

No final foram só 35 km, mas gostei mais da altimetria positiva.



FIM

quarta-feira, 14 de junho de 2017

SObR3

Boas companheiros/as do pedal

Após umas semanas de ter terminado a Grande Rota do Zêzere e já recuperado do Empeno da travessia. 

Há uns dias voltei à carga, não tanta como na viagem, mas com alguma altimetria em tão poucos km, apenas 35, com 1200 Desnível positivo.

Carga viagem = bagagem "

Sintra
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Este sábado fui a andar para Sintra com dois amigos SObRE, e que voltinha, já tinha saudades de uma Sintrada, com muito singletrack, fiz outros que já nem me lembrava, e alguns novos, como o trilho das Pontes, muito louco.

Por momentos tive algum receio. A falta de hábito, foi o meu obstáculo. Passado uns minutos, lá entrei no esquema e lá me fui divertindo.

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Trilho das Pontes
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Depois desta volta espectacular, e que saudades tinha de fazer uma Sintrada. Ainda deu para visitar o Abano. Na progressão à descida do Abano fiz uns troços diferentes ao que estou habituado, não eram tão técnicos, mas o vento que estava, não me sentia tão à vontade. Por vezes tinha que desmontar, para me sentir seguro.

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Nesta descida, nunca tinha ido tão longe, 
o resto ainda é muito técnico para mim
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No final da descida do Abano, fomos dar à praia, e já lá em cima, ainda havia um bom teste à nossa resistência, no topo depois do restaurante que há ali, já no estradão só podes ir para dois lados, se fores pela direita vais dar à nacional que te leva ao Guincho e à Serra da Malveira.

Se fores pela esquerda, tens ali uma bela trepa, com muita pedra, e como é contínua, é um enorme teste à tua técnica e endurance. Depois vais dar ao Campo da bola da Serra da Malveira e à mesma estrada que me referia à pouco, no paragrafo acima.

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A última foto antes da trepa triunfal
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Fim do Passeio

Um agradecimento ao e ao Piefra, pela manhã fantástica, Grande Abraço

ThE EnD

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