sexta-feira, 19 de julho de 2013

Nocturno da Coruja

Boas companheiros,

Ontem, nós Cavaleiros do Pedal, aceitámos o convite dos Metralhas btt e juntámo-nos a eles, para mais um passeio, desta vez um nocturno no Monsanto.

Confesso-vos que já tinha falado com Zé sobre fazer um nocturno em Monsanto. E há algum tempo que ponderava fazê-lo.


Só ainda não tinha feito, porque não havia companhia. Cambada de cortes, nocturnos só na cidade.

Encontrámo-nos no parque de estacionamento do Fonte Nova, e daí seguimos para a Ponte pedonal de acesso a Monsanto.

Para não variar, lá fomos nós para a subida das raízes. No cimo desta, já não fomos pelo caminho habitual, que era a subir pela gravilha.

Foi feita uma alteração de percurso, mas não nos safamos de subir um bom bocado. Quem tinha frio, deixou-o de ter. Fizemos muitos trilhos já conhecidos mas de noite, tudo se torna novo.



O Zé veio na mesma e nem sequer trouxe luzes nenhumas, mas não era o único maluco. Aquelas luzes nipónicas são um ESPETÁCULO. . .


Quando os via a enfiar numa descida sem luz, até me benzia, que nada de mau. lhes acontecesse.


Em termos de avarias, houve só uma. Foram dois furos no mesmo pneu e ao mesmo bttista. Reparação feita e dois picos retirados do interior do pneu, lá fizemos o regresso aos carros sem mais nenhum incidente.

Mais um passeio feito, e com desejo de o repetir em breve.

Da próxima vez, levo a Luz é na cabeça, presa ao capacete, nunca mais a levo no guiador da bike.

Continuação de boas pedaladas

domingo, 7 de julho de 2013

Cabo da Roca

Boas companheiros

Este Sábado a convite dos Ac Fidalbyke, fomos ao Cabo da Roca. Até tivemos direito a um pequeno dorsal alusivo ao evento. 


Estava um pouco ansioso, porque tinha um objectivo antigo por concretizar. Sair de casa, ir ao guincho e voltar, e aqui iríamos fazer muitos mais quilómetros. Nós íamos ter com eles ao Terreiro do Paço. 

Já no Caminho
 

Então a Volta consistia em sair do Terreiro ou da Expo = Ângelo, Moscavide = Eu, e fazer a Marginal toda até Cascais, aí parámos no mercado de Cascais para abastecer de água e alguma fruta. 

Mercado Cascais

O trilho começou a poucos metros, de termos saído do mercado, e o local fez-me lembrar um pouco as fotos que vi da Maratona de Tábua. Havia umas pontes de madeira na entrada do trilho.

Tábua da Linha
 

 Eu e o Manel, mantivemo-nos no fim do pelotão. À nossa frente ia um rapaz, que soube mais tarde que era o primeiro grande passeio dele e de um outro amigo. Uma pequena descrição do trilho que tínhamos iniciado, era single adjacente a uma ribeira. 

Haviam umas canas à direita, o troço devia ter um metro de largura, e no lado esquerdo havia um pequeno murro, que dividia o troço da ribeira. O rapaz que ia à nossa frente desequilibra-se e bate com a roda da frente no tal murro. Por momentos pensava que ele ia pôr o pé no chão e equilibrar-se. É pá, foi o oposto, tombou para dentro da ribeira. Aquilo tinha +/- 1,80m de altura. A sorte dele, é que caiu no único sitio que não tinha pedra. 

Saltei de imediato ao seu auxilio, e ficámos contentes por ele estar bem. Ganhámos apenas para o susto. A bike dele, sofreu uns arranhões e o pneu traseiro rebentou a camara de ar, e entortou um pouco o aro. Problema resolvido, e continuámos caminho. Depois do grupo estar todo unido continuámos o passeio. Daqui, iríamos até a Malveira da Serra, apanhámos algum trilho e algum alcatrão.

Já depois da queda - o J estava um pouco combalido, é normal!

O calor já se fazia sentir, pouco depois de termos passado a placa da Malveira da Serra, prosseguimos e parámos ao lado de uma fonte, para repor energias e esperar pelos restantes companheiros. Mais um vez unido, lá fomos nós os 3 Cavaleiros do Pedal, adiantar caminho e mais uma subidinha, com uma paisagem espectacular . Ao chegar à Azoia, só apetecia era papar. 

Depois do Almoço, estivemos a descansar um pouco fora do Café onde almoçámos. O Manel, como jogava em Casa, lá encontrou umas pessoas amigas e esteve a confraternizar um pouquito, também foi apanhado por um paparazzi que ali andava.


Pouco depois, lá fomos nós para o Cabo da Roca, para a dita foto da praxe. O que íamos descer, sabíamos perfeitamente que tínhamos de subir novamente. Foi aí que começou a correr mal, para o meu lado, antes de iniciar a dita subida, tomei um gel, mas como estava guardado na bolsa de trás do Camelbak, aqueceu e ao beber estava mais liquida do que o costume, e tomei na mesma. 


Pouco depois, de o grupo de reunir outra vez, alguns foram pela estrada, enquanto os mais destemidos, quiseram ir pela descida do Abano. Logo no inicio dessa descida, houve mais problemas que no resto do passeio. Um espalho, duas correntes partidas, duas não, uma. A Outra o Elo estava mal colocado e saltou.
Pouco depois o grupo separou-se, porque uns queriam seguir o track do GPS e o Manel, como conhece muito bem a Zona, eu e o Ângelo e mais um membro dos Fidalbyke fomos com o Cavaleiro da Laranjinha.

O pior veio aqui, o Gel, fez o efeito, mas dê-me cabo do estômago, comecei-me a sentir indisposto e com vontade de deitar algo para fora. Foi mesmo aí, parei, pus os dedos à boca, e vamos lá chamar o Gregório, mas o gajo não queria aparecer. Foram momentos muito maus, estava imenso calor, sentia-me fraco. Queria muito fazer aquele trilho. Já andava a chatear o Manel há imenso tempo para o fazermos, e depois acontece-me isto, DASSSS

Nem tudo ficou estragado, o GreG lá quis aparecer e ao sentir-me um pouco melhor, lá fomos nós, bem, este nós, éramos apenas os Cavaleiros do Pedal, é que o outro elemento dos Fidalbyke ficou com saudades do pessoal do seu grupo e foi ter com eles. Ele nem sabe o que perdeu!!! 

Grande malha de descida... sempre a fundo e com muito cuidado. Ao chegarmos à praia do Guincho, fui tomar uma águinha das pedras, que fez maravilhas no meu estômago e assim continuámos viagem. O único problema, é que não conseguia ir até Lisboa a pedalar, quando fazia um pouco de esforço, parecia que levava um soco na barriga e só me apetecia chamar novamente o GreG. Então apanhei o Comboio até ao Cais do Sodré e aí encontrei o J e mais o amigo Pedro. Estivemos a falar dos problemas que nos deram.

Chegada a Lisboa, fomos todos juntos até ao Terreiro do Paço, onde se encontravam os restantes membros da Fidalbyke e o Ângelo. 

Lá fomos nós para os últimos quilómetros. O Ângelo deve ter feito uns 130 km, eu fiz apenas 87 km. É a diferença de ter apanhado o comboio, mas valeu o companheirismo.

Uau




segunda-feira, 1 de julho de 2013

Enduro

Boas companheiros do pedal

Estou com alguma curiosidade de me iniciar no Enduro... Não é bem iniciar  é mais experimentar!
A culpa disto é do Manel.

...

domingo, 30 de junho de 2013

Estreia da Jersey

Boas companheiros do pedal

Depois de uma noite cansativa a trabalhar, estava ansioso de estrear a minha grande criação, a Jersey - Cavaleiros do Pedal.

Para ser sincero, estava um pouco preocupado com o facto da Jersey ser preta. Com o calor não combina muito, mas fiquei surpreso pela positiva, é fresca e não me chateou nada. 

O local combinado era Monsanto, às 08h30 e la fui eu, nem sequer fui a casa. Trouxe logo as coisas para o trabalho. Mal que saí, foi só trocar roupa e siga.

Fui devagar, não havia ninguém na Rua, era tudo meu. Fiz o percurso habitual até ao Fonte Nova, e lá estava o meu companheiro, que também estava ansioso para estrear a sua Jersey CDP. Já estávamos prontos e a rigor. Metemo-nos a caminho, primeiro obstáculo, Ponte pedonal de acesso à Mata.

O meu motor já estava quentinho. O único problema era que não tinha dormido nadinha, ossos do ofício, mas o gosto do btt é superior e ajudou a despertar. Andámos pelos locais habituais. Cruzámo-nos com os amigos do Pedal - FidalByke, e com tantos outros.

Passámos pelo trilho que foi limpo pelos Metralhas Btt, há que falar e mencionar estes grandes atos em prol do btt. Nunca é demais agradecer.

Continuando o passeio, voltámos para os lados de Caselas. Há lá um single muito louco, que quando acaba, vai dar a uma enorme parede. Afinal, andámos sempre no trilho errado e finalmente acertámos, antes de começar a subir a parede, é mesmo ao lado, o trilho está escondido por uns arbustos, mas está lá.

Um belo desafio para a próxima vez que lá passe.

Not happy - dei mais uma queda, lógico que ninguém gosta de cair, mas destas eu não me importo. Estava a subir um single, em Caselas, e faltou-me tracção e ao tirar os pés dos pedais, perdi o equilíbrio e tombei para a esquerda, faltou-me chão e pumba, caí pela pequena ravina que ali há! Nada de mais, uns pequenos arranhões. Faz parte.

Fizemos mais uns trilhos e fomos embora.

Despedi-me do Manel e fiz-me à ciclovia até casa, foi rápido. Uma manhã muito bem passada. Quando cheguei a casa para dormir, foi tiro e queda, adormeci logo. Um óptimo método para fazer quando estiver a fazer noites.

Que ar de parolo
Prefiro ser o fotografo


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Jersey CDP


Boas companheiros do pedal

Finalmente, as Jerseys Oficiais - Cavaleiros do Pedal, já chegaram. Estou hiper ansioso para exibi-la.



Frente

Costas

Logo

M@nel

O que acham?
Nada mau, né


sábado, 15 de junho de 2013

Caldas - Fátima Adiado

Boas companheiros do pedal

Nem sempre podemos fazer o que queremos, digo isto porquê! Tinha tudo organizado para ir Amanha a Fátima com o Zé, mas tive de adiar por questões pessoais. Um bom amigo compreende sempre estas questões.

Sem data certa, mas espero que no próximo mês - Julho 2013, consiga levar a cabo esta pequena epopeia até ao fim.

Novos companheiros de viagem virão, disso tenho a certeza. Não menciono nomes, porque os que vão, sabem perfeitamente, que será único, como tem sido sempre. 

É um vicio muito bom. É a única maneira que me sinto feliz de viajar... 

Amo o que faço



Experimentem, e depois ficam viciados

EU ESTOU


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Caldas da Rainha - Fátima

Boas companheiros do pedal

Dia 16, vou novamente a Fátima de bicicleta. Não vou em peregrinação, mas sim para desafiar à minha resistência física e psicológica. Já estou mentalizado disto há muito tempo. 

Este caminho foi feito por um Maníaco. Que quis fazer um caminho que fosse bem diferente, daqueles que faz todos os anos a Fátima.

Então, juntou alguns trilhos que já conhecia nesta região e fez um pouco de corte e costura, e transformou este caminho, num verdadeiro teste de Endurance.

Começa nas Caldas da Rainha e acaba no Entroncamento, com passagem Obrigatória em Fátima. Depois prossegue até à estação da CP do Entroncamento, para o regresso a casa. 

O caminho tem aproximadamente 127 km, uma altimetria de deixar KO, +/- 2700 Acumulado. 90% do caminho é trilho, o que é óptimo.

Esperamos estar preparados para tal empeno.

Não esquecer dos géis e de beber imensa água, sem esquecer das barras energéticas. E estar bem preparado, para tudo!

A ida como no regresso, o meio de transporte será da CP. Feito o programa, agora só falta que chegue o dia D.
:-)
É NESTE QUE VAMOS
MAIS ALGUÉM?

domingo, 2 de junho de 2013

Quero fazer!

Boas companheiros do pedal

Há dias soube que uns amigos do pedal iam fazer uma travessia a Fátima, mas saindo das Caldas da Rainha.
No sábado passado eles foram e vieram no mesmo dia.

Ontem - 02 Junho. Vi o track que eles fizeram e algumas fotos. Fiquei com o bichinho de o fazer. Uma travessia destas. exige uma condição física a cima da média, para não rebentar a meio do percurso. O meu medo é esse mesmo.

São +/- 130 com quase 3000 de almetria. Não é brincadeira nenhuma, mas também acho que não seja impossível. Se conseguir arranjar alguém que me acompanhe nesta aventura, seria excelente. 

Sozinho nem arrisco.

Quero fazer no domingo de 16 Junho 2013. A ida e regresso serão no mesmo dia, pelo menos assim o desejo.

No camelbak irão uns géis, muita água e a maravilhosa ferramenta, para que não fique apeado.

Programa: +/-

Domingo - 16-06-2013
* Comboio Regional - Entrecampos / Caldas da Rainha
* Segue-se viagem a pedal - SEGUIR O TRACK; dos 130 km, passa-se em Fátima - Fotos da Praxe.
* Retomar caminho, seguir o restante track até o Entroncamento - Comboio Regional, Lisboa - Oriente

Espero que esteja bem explicito




terça-feira, 28 de maio de 2013

26 Maio. VS - MJ - VS

Boas companheiros do pedal

Desde que vim de viagem, ainda não tinha pegado na bicicleta. Chegada na Sexta-feira - 24 Maio, coloquei a máquina de guerra no seu lugar e esqueci-me que ela existia, até este Domingo - 26 Maio. Sabia que neste dia 26, havia no Norte do País uma maratona, muito querida por muitos. Na qual eu também era para ir, mas como tinha a travessia para fazer, optei pelo que me dá mais gozo = Travessia.

Mal que pude, liguei ao Zé para saber onde é que ele ia andar no Domingo e perguntar se me podia ir com ele, a resposta foi positiva, mas fiquei um pouco assustado com o local escolhido. Montejunto 15 dias antes de ir fazer a travessia, tinha ido pela primeira vez à Serra de Montejunto, à maratona de 60 km. Nem vos digo nada, levei cá um empeno. Mas adorei aqueles trilhos... e recomenda-se

Domingo - 26 Maio
Lá fomos nós para o local de encontro - Vale de Santarém. O passeio começava nesta localidade e íamos a rola até à Serra de Montejunto, que ainda era longe. Nada melhor que fazer um bom aquecimento, antes de subir os 10 quilómetros de subida que nos tinham prometido.

Bem, o caminho até lá foi sempre a rolar, alcatrão, trilhos, descidas, subidas, ramos, pedras, gravilha, enfim... Ao aproximar daquela Monstruosa Serra, comecei a reconhecer alguns trilhos que fiz na maratona. Para não variar, fotos da praxe, cada um com a sua máquina e Flashhhhhhh, eh eh não foi preciso, estava um dia espectacular, tirando a Porcaria do vento que bateu quase sempre de frente. 

 

Voltando aos trilhos, andámos ainda numa zona de riacho, até que chegámos a mias uma bifurcação e aí começámos a subir e já havia dois fugitivos, e como andavam, até parecia que havia o prémio de montanha. Um pouco mais à frente, passei por um deles que estava ali parado. Estava à nossa espera, e também tinha perdido o rasto ao Homem da dianteira -SP.


Como não gosto muito de parar, porque quebra o ritmo e ainda por cima numa subida, continuei a pedalar, até que chegámos à uma casa branca e não havia sinais do SP. Interrogado, liguei para saber onde se encontrava! Atendeu e disse que eu estava no lado errado, e tinha de voltar para trás, e subir pelo o outro lado, foi o que fiz de imediato.


Quem vem de baixo tinha de virar à Esq. Nós fomos pela Dtª

Nesta ocasiões de erro do caminho, prefiro sempre subir, do que descer e depois ter que subir tudo novamente.

Bem, voltei para trás e no cruzamento que tínhamos de virar à esquerda, estava lá o pessoal todo concentrado, menos o fugitivo. Começámos a subir e que subida, na parte final tinha muita pedra solta o que dificultou um pouco a sua progressão.

 
 

No cimo, havia uma recompensa, só a quem se levanta cedinho da cama para ir andar de bicicleta. A paisagem é sempre um prémio. 


O único sentido que havia era subir e subir e subir... mas fez-se devagarinho. A última vez que ali passei, ia já todo empenado, e que bem que soube passar ali com alguma energia. Durante a interminável subida ainda havia uma bela descida, um pouco técnica devido ao estado do piso. Tinha muita pedra e muita solta, o que dificultava, mas quando se tem um bike que nos dá confiança a descer, porque não aproveitar e descer.

 

Aqui, fomos para cima até ao parque de merendas

Estrada e mais estrada, ao chegar ao Quartel da Força Aérea, foi só seguir pela esquerda e lá estavam o Zé e o SP. Aos poucos o grupo foi-se juntando e aproveitamos que havia ali um barraca, para ir reforçar o estômago.


Reforço tomado e lá fomos nós para o regresso. Pensava eu que já tínhamos subido tudo, e afinal não! Mais uma subidinha e lá estavam à  nossa espera daquelas descidas que não gosto nada, com muita pedra solta e um convite a ir ao chão. Felizmente correu bem, desci mas sem largar muito os travões.

Ao encontrar-me com o resto do grupo, lá prosseguimos a viagem de regresso a Vale de Santarém. Já haviam muitos esfomeados, eu era um deles. É que isto de andar de bike, dá e de que maneira. Isto de andar só a Geís e água e barrinhas. Tenho de levar da próxima uma sandes de torresmos e presunto, aí sim, eh eh eh, que reforço.

Regresso ao carro, estrada e mais estrada, ah alguns trilhos à mistura. O fugitivo era sempre o mesmo, e depois havia uns que o conseguiam acompanhar, e mais uma vez, perdi-me dele, e como não levei o GPS, foi um erro que não torno a repetir. Tive de esperar do Paulo, do organizador do passeio e conhecedor daquela região, para puder prosseguir.


Grupo novamente reunido, já faltava pouco e as forças também. 
Ainda deu para descer umas escadas junto a uma Igreja, eu desci ao lado, e houve quem fosse dar a volta pela estrada. Já estávamos mesmo no final. Rescaldo de incidentes da volta, 3 furos - Zé, Ângelo e Sr N, foram os felizes contemplados. :)

O muito obrigado ao Paulo Ribeiro, pelo passeio. Sem esquecer dos que me acompanharam nesta aventura.

Ordem
Carlos Pisco - Sr N - Zé - Ângelo - Spínola - Eu - Paulo


The End

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