domingo, 26 de março de 2017

TREINO DUPLO

Boas companheiros/as do pedal

Pois é, continuo com os treinos no gym e fora dele "corrida". 

Infelizmente o tempo é escasso. E por isso tenho adaptado o gym aos meus treinos. 

Aqui faço tudo que seja aulas colectivas, ontem foram duas horas seguidas de carga intensa. Era mesmo preciso e é para continuar.

Primeiro foram 60m de spinning com instrutor JP, que moca e muito exigente.

Super bem disposto, o meu favorito até agora.

Depois era para ir tomar banho e ir-me embora. O mesmo instrutor do spinning ia dar outra aula, mas de Body Pump, fiquei curioso,este convidou todos da aula de spinning, e aceitei o seu convite.

Penso que mais de metade da aula era pessoal do spinning. Levei tanta porrada. Tinha saudades, sério que tinha e é para continuar.

Foram apenas 120 m de intensidade. 

Pura intensidade. 

Tudo que me ponho é sempre para dar o litro. 

No spinning parecia uma cascata. 

No Body Pump uma Catarata. 

Eh Eh eh

Hoje o tempo lixou a minha volta. Ia a Monsanto pôr em prática a minha evolução do spinning. 

E treinar com uma amiga. Dá-lhe que se farta. É destemida.

Bem...
Bom domingo

quarta-feira, 22 de março de 2017

SESSENTA MINUTOS

Boas companheiros/as do pedal

Como tinha dito ontem no fecho da crónica. Ia pra a aula de 60m. É pá, estou a ficar viciado naquelas máquinas.

Até incentivos temos.  Tentem imaginar o que vejo. À minha frente está o instrutor. Muito porreiro. Sempre a puxar pelo pessoal. E há imagens projectadas nas costas dele.

Com imagens que gostamos. Pelos eu. Pois, sou o único que vai pra lá com calções e Jersey de Btt ou ciclismo. O instrutor também, mas esse não conta.

Já há alguns utilizadores com os sapatos de encaixe.

E o incentivo são provas de Cross Country recentes e algumas mais antigas. Não é bem a minha praia, porque é competição. É a minha onda.

Puxa imenso.

E mais para o fim, algo que adoraria fazer Titan Desert. Há melhor incentivo? Pra mim não... Lol

Quando acabou a aula, queria mais!

Ansioso pelas aulas de sprint. Será sempre a esgalhar, quase que levanto vôo. A máquina abana toda. Bruto. Talvez. Eu faço o meu. Sempre a dar o litro.

Bem,  amanhã vou fazer outras aulas para a ajuda ao abate do que há a mais em mim. Duas aulas numa manhã. 

Há que dar carga ao corpo.

Grande abraço... 

Depois conto-vos como foi.

terça-feira, 21 de março de 2017

EFEITO SPINNING

Boas companheiros/as do pedal

Como tinha dito na última crónica, que voltei ao asfalto mas na corrida.

Ontem foi mais um dia de C.

Antes disso, houve dois de spinning. Comecei gradualmente pra não morrer. Já tinha ouvido maravilhas e horrores.

Fui experimentar e a primeira aula de 30m, levei um excerto de porrada que fiquei a pensar nas próximas com mais tempo.

Quando não se sabe, experimenta-se, foi o que fiz. No dia seguinte já estava a fazer 45m.

Entrei no esquema.
Lógico que é tudo muito diferente da nossa bike.

Posição do selim, nada tem a ver com os nossos sofás.

O guiador é estranho. O meu tem 710mm, aquele deve ter uns 500mm, se muito.

Altura dos pedais. A distância das pernas do guiador.
Tudo condiciona.

A bike não abana, só se fores mesmo bruto. 

E sem esquecer que não podemos parar de pedalar. Tens de estar sempre a pedalar.

Conto-vos um pequeno episódio que me aconteceu.

Um erro de maçarico. Comecei a pedalar sem pôr o regulador de carga no mais leve. E depois ir regulando a carga à minha medida.

Aquilo já estava com alguma carga, mais a que tinha posto.

Atrapalhei-me, quis parar de pedalar e quase que deitava a máquina ao chão. A minha sorte sorte, é que uso sempre os pedais de encaixe.

Se fossem com as correias presas nos pés...

Esqueçam, o animal tinha feito o impensável.

Pra quem não sabe, no spinnig os pedais são de plataforma.

Têm é duas posições de prender os pés. Uma com encaixe SPD, e o outro com correias ajustáveis aos pés.

Na minha opinião, e numa bike, muito mais perigoso que os pedais de encaixe.

Com isto, fiz dois treinos consecutivos e o resultado vi ontem.

Ontem era pra ir fazer uma aula de 60m,  mas não consegui marcar. Para não ficar parado, fui correr. E como já não corria há uns dias, fiquei um pouco preocupado como seria a minha primeira corrida após os treinos de spinning.

Bem,  no início fui muito devagar como vou sempre. Depois no primeiros 3 km, manti o mesmo ritmo. Passado uns momentos comecei acelerar, mas acelerar bem. Nunca o tinha feito.

Normalmente fazia-o no início, quando estava fresco e nunca a meio ou no fim.

Resultado.

Melhorei na rapidez a correr.
E com a Grande Rota do Zêzere à vista.

Tenho de estar bem preparado. Para desfrutar da Rota e para não ir a sofrer.

Bem, agora vou começar a aula das 07.10 de 60m a esgalhar.

Inté

terça-feira, 14 de março de 2017

RUN

Boas companheiros/as do pedal

Neste momento estou-me a iniciar na corrida. Pois corrida. A pé. 

Não de bike e muito menos competição. 

A corrida será um complemento ao Btt. 

Já quando me desloco em Lisboa, para ir a qualquer lado na cidade, ou arredores. Tento ao máximo usar as ciclovias, apesar de me chatear inúmeras vezes com os demais utentes dela. Não os ciclistas, mas o resto que não é ciclista, e que não tem civismo nenhum. 

Essa escumalha. 

Perdi a paciência. 

Então para evitar chatices, e como não gosto andar na estrada com carros, a maioria deles inconscientes ao volante. 

Comecei a correr. 

Há uns anos, ainda na tropa. 

Ui, há muito tempo mesmo. Não sou nenhum velho, mas já saí há uns 14 anos da actividade. 

Aí corria com regularidade. Depois de sair, deixei. 

Agora ao 39 anos voltei, espero eu em força. Mais habitual que nunca. Este ano, só mais agora no fim de Fevereiro, é que retomei à carga. 

Vejamos, no sábado passado ao todo, corrida e caminhada, na casa dos 22 km, muito mais corrida que andar. Ontem, Foram 10. Hoje ainda vou correr. 

Quero apenas usar a corrida como um escape e um complemento à bicicleta. 

Não consigo correr sem música. Passo a vida em casa com os fones na cabeça. Adoro música mexida, nada das novas tendências. Tudo que da minha geração. Punk Rock e afins... 

Cada um com a sua sentença. 

As minhas voltas, são como as da bike. Começam e acabam em casa. Na corrida não faço não programado. 

Saio e logo se vê para onde vou. O objectivo não é correr mais rápido. Mas sim acabar a correr, e não faço menos de 10 km. E não gosto de parar, só em ocasiões extremas, como ir ao WC.

Apesar de ir sempre de fones, estou sempre atento. Sempre. Viro mais a cabeça a olhar para todos os lados, cruzamentos.

Mudança de direcção, do que muitos que andam na estrada com uma arma nas mãos. 

Chega de escrita e vou-me equipar e dar carga ao corpo. 

Inté

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

COXOS

Boas companheiros/as do pedal
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Hoje foi dia de pagamento. Karma pra cima de mim.
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Nos últimos passeios combinados, ou chego atrasado à hora combinada, ou não oiço o despertador e fico no vale dos lençóis.
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Ontem combinei com três pessoas. Duas delas a mesma hora, e outro outra. Lógico que ia dar merda. Na altura não me ocorreu.
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Bem, hoje levantei-me mais cedo pra tomar o pequeno almoço. Tomo um banho pra acordar. Sim tomo banho antes e depois do exercício.
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Ao sair de casa...
Eram umas 07h45, descer as escadas. Paro e fico na dúvida. Afinal a que horas é que combinei com o Ricardo. Hum, 09h00.
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Fiquei parvo nas escadas. Karma só pode. Voltei pra trás. Liguei ao Marco avisar que afinal era às 10h.
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Bem, ainda deu pra me deitar um pouco. Não foi muito. Depois já não apetecia. Quase que aconteceu. O compromisso de não falhar era maior que a preguiça.
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Lá fui eu ter com ele... Cheguei a tempo e horas.
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Depois apanhámos o Nuno algures na Avenida do Brasil. Seguimos todos juntos... Todos juntos... Lol
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Chegámos muito mais cedo que o esperado. Fomos tomar um café. Alguém esfumaçou uns tantos cigarros. Não não foi o Dionísio...
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Lá apareceu o Marco, e lá fomos mais uma vez... Todos juntos! "Estou aparvalhar"
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Entrámos em Monsanto pela ponte pedonal. No fim da ponte, virámos  à direita tentámos fintar a lama. Nem sempre dá. Andámos sempre na galhofa. Assim vale a pena.
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O Nuno, acho que das próximas vezes que for andar pra lá. Já vai de pedais de encaixe.
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Fartou-se de queixar que não tinha pedais. É melhor não. Assim ninguém o agarra.
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Bem, estes gajos fartaram-se de gozar da minha forma redonda, e como quem ri por último, ri melhor.
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Deixei um aperitivo pra parte final. Uma descida que já não fazia há imenso tempo. Que começa mesmo à frente da entrada da carreira de tiro.
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Eh eh a vingança serve-se num prato frio. "Estou a brincar"
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Fomos pra nos divertir. E acho que apesar de terem sofrido um pouco com a descida. Foi uma manhã muito bem passada.
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No final ainda fomos lavar as burras à Repsol de Pina Manique. Depois seguimos pela ciclovia até à Serafina.
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Daí subimos ao palácio da justiça e descemos ao El Corte. Depois foi só seguir a ciclovia da Duque d'Ávila até às Olaias.
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No meio desta mini travessia houve um stress com um condutor. Somos o quê? Merda!
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Sério passei-me da cabeça.
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Vou a transitar ciclovia para ciclovia com o sinal aberto prós peões. E quando já estava a meio o sinal fecha, e um velho atravessa-se, quase que me atropela.
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Não podia esperar. Tem que passar exatamente quando lá estou?
Ainda começa a gesticular-se dentro da viatura, como eu fosse o culpado.
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Irra que ódio destes gajos
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Depois lá seguimos, o Nuno ficou logo em casa. E os Ricardo's lá foram à BINA CLINICA, deixar as máquinas pra umas afinações.
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O regresso foi de comboio. Sim de comboio. E como estamos quase no carnaval. Ninguém nos pode levar a mal... Eh eh eh
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Quero agradecer aos Cavaleiros presentes... Antes disso. Aos meus amigos por esta manhã diferente e em boa companhia.
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The End
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Ah as fotos & vídeos

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

KISKOON NUSSII

Boas companheiros/as do pedal
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Hoje fui novamente a Monsanto, mas com o Oliveira. Custou-me sair da cama.
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Pus-me a ver um filme daqueles que dá gosto até às tantas.
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Depois pra levantar foi o que foi.
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Enviar mensagens adiar um pouco a hora de encontro.
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Lá me encontrei com o aniversariante. Tomámos um café e siga que já se fazia tarde.
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Fomos na boa até à dita mata, pequena Meca do btt em Lisboa.
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Progressão foi feita por trilhos bem conhecidos de quem anda connosco.
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Depois variámos um pouco, para não ser sempre a mesma coisa. Como é lógico chateia.
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Houve uma altura, quando não se conhece... A melhor opção é desmontar e andar um pouco. Não vá o diabo tecê-las e chão!
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Continuando
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Passámos a zona de Dirt, fizemos outros trilhos.. Que na sei o nome. E fomos a inventar um pouco. Até que demos com uns trilhos novos.
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Bem, aqueles trilhos não tinham saída e eram só pra uma finalidade.
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Daí o título estar em Finlandês. Não queria pôr em português ou noutra que se entendesse. Lol
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Depois optámos pela estrada.
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Descemos ajuda até junto ao rio. Fomos na descontra até à BINA CLINICA, fazer uma visita aquela família.
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Depois foi regressar pra casa, o caminho é feito pela ciclovia que mais detesto. E mais uma vez, passo-me sempre.
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É mais forte que eu - "Ricast", tenho de começar a desleixar-me pra quem utiliza as ciclovias, sem ser os demais ciclistas.
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Fico doente. Não vale a pena. Começo é ir por estrada.
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Hoje não houve pachorra pra tirar fotos. Também não há nada de novo.
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Bem... Bom fim de semana.
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Grande abraço & beijinhos

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

SERPENTEAR

Boas companheiros/as do pedal
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Ontem finalmente fui andar de bike. Ando sem cabeça pra nada. Super desmotivado. A nível emocional muito em baixo. Aos poucos estou a superar.
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Bem, já não andava deste da tentativa do passeio da Adraga. Resumindo, quase há um mês.
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Ontem saí de serviço, cheguei a casa, tomei um banho e siga. Tinha de aproveitar o bom tempo "entre aspas"
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Fui a Monsanto, o terreno estava muito pesado. Lama e mais lama, passei a vida a serpentear.
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Fiz alguns trilhos que já não fazia algum tempo.
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Estava curioso se a 29, e com os pneus Nevegal, se dava pra trepar aqueles trilhos lamacentos e cheios de pedra.
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"Para vos situar. Ao lado da entrada do campo de tiro, se formos sempre junto à vedação, primeiro descemos e depois subimos".
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Deu luta, houve partes que fui obrigado a desmontar.
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Depois, fui no sentido dos Montes Claros, passei para o outro lado da A5, sentido o campo de basquetebol. Aí fiz uma pequena pausa. Tirei umas fotos. E segui um single que ali há.
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Pouco depois fui até à descida do Chimarrão.
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Durante as minhas investidas. Cansado de não ter dormido, entrei à maluca, pneu da frente a resvalar, e graças ao nevegal, não fui ao chão alguma vezes.
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Ainda deu pra me divertir a descer e dar uns saltos inconscientes, o estado do terreno não era do melhor. Se fosse ao chão, acho que adormecia.
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Passado aquele trilho. Fui para Caselas na direção do Aquaparque.
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A pensar que ia atalhar, tive azar, portão trancado. Lá fui obrigado a fazer o troço que não queria. Até me senti bem. Subi sem ressentir-me.
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Prosseguindo
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Pouco depois já estava no heliporto, não perdi muito tempo ali. Fui-me logo embora. Fiz aquele single brutal que vai dar a Algés.
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Aproveitei que ali estava e fui fazer uma visita de médico à loja Tri-it, aproveito pra fazer um pouco de publicidade.
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Loja de Triatlo, de um amigo Pedro Conceição.
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Estava todo sujo. Não tive coragem de entrar e sujar a loja.
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Pus-me logo a milhas
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Fui ver a última grande obra. A ciclovia que faz ligação da Cruz Quebrada a Caxias.
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Não achei muito diferente do que estava, substituíram as lajes por alcatrão, só aí melhorou.
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E do acrescento que fizeram na curva do Mónaco. Antes era um perigo.
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E quando a maré sobe. O troço fica todo cheio de areia. Podem ver no fim desta crónica as fotos.
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O regresso foi todo feito pela ciclovia desde daquele ponto até praticamente casa. Caxias até ao Parque das Nações.
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Muitos de vós, sabem que detesto andar em ciclovia. Não é à toa que me passo com a falta de civismo dos peões.
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Já no fim, estavam quatro mulheres a passear na passadeira vermelha de Hollywood "Ciclovia"
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E uma delas ainda teve o descaramento de mandar bocas. Não me desvio. Tem espaço que passe. Disse ela
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Com o passeio desocupado. Que lata. Aquilo não é tartan.
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Há casos e casos.
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Aquela fulana teve muita sorte. Eu estava morto de cansaço. Foi a sorte dela. Já me passei por menos.
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Foi ordinária...
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Se tiver o azar de nos cruzarmos outra vez, eu conto-lhe uma pequena história.
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No entanto, ganhei um pouco de força com aquela situação.
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Cheguei a casa. Bike toda suja de lama. Tirei o maior na rua. Entrei em casa com algum cuidado pra não sujar as paredes.
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"Uma observação:

Se não treinar mais, mas mesmo muito mais, estou desgraçado para a Grande Rota do Zêzere que se avizinha".
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Fotos
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Fim de crónica.
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Resto de boa semana e aproveitem pra pedalar.
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Grande Abraço & Beijinho

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

ADRAGA

Boas companheiros/as do pedal
Ontem, dia 23 Jan 2017
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Fui fazer a 4ª Edição do passeio Adraga dos Maníacos do Pedal. Como não o fiz na altura do grande passeio.
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Escolhi o dia de ontem pra o fazer. O problema é que quando marquei a data pensava que estava de folga.
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E fui estagiar à noite. Não quis alterar datas. Porque houve pessoal que fez troca de turno pra ir.
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Mudei apenas a hora.
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Saí do trabalho, por acaso bem. Não me sentia cansado nem nada. Tinha dormido apenas 01h30.
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Lá fui ter com a Marta e com o Filipe. Apanhámos o comboio pra Sintra.
E iniciámos o track dali.

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Fomos na direção da Quinta da Regaleira. Prosseguimos por estrada até à entrada à Serra. Não me perguntem onde.
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Foi um constante sobe e desce pela Serra. Houve uma altura que senti estar sem travão de trás. Eu gosto de ter a Manete a travar junto ao punho, então não notei que estava a ficar sem travão.
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Parei, verifiquei o estado das pastilhas e vi o que não estava à espera. Já não tinha nada. Tirei as pastilhas e para o meu espanto. Estava a travar ferro com ferro.

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Como ando com a oficina atrás das costas. Foi só sacar de um par e colocar no bombito.
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Lá continuámos a desfrutar do grande single.
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Houve uma parte que apanhei um susto com a Marta. Esta ia lançada e quase que não teve tempo de travar e fazer a curva de 90 graus à esquerda.
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Eh eh, Continuando
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Eu e o Filipe, tínhamos feito a edição anterior desta volta. Estava muito diferente. 
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Um pequeno agradecimento pelo track, aos Maníacos do Pedal
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Ao chegar à Praia da Adraga, parámos. Tirámos as tais fotos que todos tiram.

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E aproveitámos pra almoçar. Umas bifanas pra aconchegar o estômago. E um birra pra ajudar a empurrar a dita cuja.
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Reforçados e um pouco mais cheios. 
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Lá fomos nós para a próxima subida e que subida.
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Nesse momento tínhamos apenas 15 km, dos 50.
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As subidas iam começar nesse momento.
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Já começava a ficar cansado. Por falta de descanso.
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Ainda deu pra ir perto da Peninha. À Pedra amarela. Descida até à entrada da Quinta do Pisão.
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E aí ainda faltavam 15 km, e eu já estava estoirado.
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Falei com os meus companheiros do pedal. E regressámos a Sintra por estrada e voltámos de comboio.
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Quando estiver de folga e alguém queira vir. 
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É só combinar e refazer esta voltinha. Com mais tempo. 
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Começámos já perto das 11h.
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Fotos

Done

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

RESCALDO 2016

Boas companheiros/as do Pedal

2016 está prestes a terminar... 

Vem aí um novo ano - 2017, como não soubessem, duh 

Queria fazer um pequeno resumo deste ano...

Bem, deixem ver. Travessias, fiz apenas duas, três, a terceira ficou incompleta, o homem não se preparou devidamente, pensava que era só rolo, mas foi divertido. Para a próxima já sabe para o que vai e terá que treinar mais.

Tróia - Sagres DL 2016
Subida de Odeceixe
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Rota Vicentina, foi engraçada... 

Via Algarviana BRUTALíSSiMA! 

Como disse noutra crónica, fiquei com uma visão totalmente diferente do que temos cá. 

Normalmente o Tuga tem a mania, que tudo que é fora do nosso País é que melhor, nem tudo, temos um País lindíssimo.

Algumas travessias que fiz, como os Caminhos Portugueses "Central & Interior" de Santiago de Compostela, a parte mais bonita, é sem dúvida a NOSSA. 

Temos Grandes Rotas duríssimas, e com paisagens lindíssimas.

Falando um pouco da última GR que fiz, conheci um Algarve desconhecido para muitos, um Algarve no seu estado puro e selvagem.

Passámos por locais de cortar a respiração, muita culpa das intermináveis paredes que encontrámos, mas também pelas paisagens deslumbrantes.

Progressão à Picota, dos 50m aos 700
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Aqui íamos em direção à Foia
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Picota no horizonte
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Brutal
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Finalmente MAR
4 dias sem o ver 
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Agora com 2016 a terminar, não fiz tudo o que queria, falta de tempo, motivação e ânimo, problemas pessoais. Só espero que 2017 recupere esse Ânimo, e que seja muito diferente deste ano que está acabar.

Pelo menos estou um pouco mais motivado, com a preparação da Grande Rota do Zêzere, que está a pouco mais de 5 meses de o realizar.

Veremos como será!

Até lá, Grande ABRAÇO & BEIJINHO a quem me segue, e BOM ANO 2017


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