terça-feira, 14 de janeiro de 2020

PRIMEIRA DO ANO - 2020

Boas companheiros/as do pedal

Já há uma CLÁSSICA ANUAL BTT CAVALEIROS DO PEDAL, isto é apanhar o comboio em Lisboa, com destino Santarém e regressar a pedalar pela margem sul do Tejo.

Foi exactamente isso que se fez o ano passado, e este ano no passado Dia 4 de Janeiro. Reuni as tropas, não foram muitos, mas neste momento o que me interessa é quem está e não quem não pôde vir.

O passeio este ano foi novamente com os mesmo elementos dos Cavaleiros do ano anterior, Eu, o Tiago e o Pantera, e juntaram-se mais três amigos.

"Eu estava super ansioso de experimentar o gps - Bryton Rider 450, gostei mas no fim achei-o muito básico, demasiado até, por isso é que já o despachei, e voltei ao velhinho Oregon450."

Voltando à volta, e para vos ser sincero, este tipo de volta ou se faz todo junto e não repartido como aconteceu.

Gostei da minha prestação, pensava que estava pior, mesmo não estar andar com a frequência que gostava, muito por culpa própria, mas vou mudar isso.

Não vou adiantar muito mais, das pessoas todas que foram, gostei do Tiago Santos, tem um bom andamento, é muito bem-vindo nos próximos passeios, já os outros dois, podem ficar onde estão que não interessa.

Pois é Tiago, neste momento só nós é que temos a disponibilidade para o que temos feito, e iremos continuar... Venha o próximo, Arruda - Montejunto - Arruda

BOM ANO PARA TODOS VÓS



sexta-feira, 18 de outubro de 2019

VERSÃO FINAL

Boas companheiros/as do pedal
Vou começar por vos contar a história do passeio A LOT OF SAND

Foi uma segunda tentativa dum passeio, o objectivo era ir ao Cabo Espichel mas a começar no Barreiro e Terminar na Trafaria.

Essa primeira tentativa (AMALDIÇOADO) correu-me muito mal, e morri literalmente, nunca tinha tido tanto cãibra como tive naquele dia. 

Passado uma ou duas semanas desse episódio, falei com o Marco, e fomos aventura. Já na margem sul, inventámos ao tentar evitar uma zona com areia, fizemos o triplo de distância de areia, e no final, ao entrar na mata da apostiça, enganámo-nos, e fizemos uns 5 ou 6km só de areia, mal dava para pedalar. E ao publicar a volta no Strava, o nome que me veio à cabeça foi mesmo esse. E assim o baptizei!

Ainda o fiz uma segunda vez a solo, no pior dia que podia fazer, recordo-me que foi em Março de 2018, no dia anterior tinha havido temporal em Sesimbra, e tirando a Via Algarviana, foi o pior molha que apanhei a pedalar.

Quis fazer um RECONHECIMENTO e juntar alguns trilhos novos ao passeio, e foi em vão, ao chegar ao Cabo Espichel, tive de voltar pela estrada. Aquela zona das Arribas, a parte que gosto mais do passeio, estava intransitável. E desde então que quis repetir esta volta, e juntar todos os trilhos que conheço e fazer uma rota final.

No passado sábado 12Out, o passeio há muito estava combinado com o suspeito do costume, o Tiago, e o Pedro também quis vir, e lá fomos nós apanhar o barco para o Barreiro às 06h15.

Eu saí de casa às 05h10
 
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Ao chegar à margem sul ainda de noite, ligámos as luzes e ao fazer a primeira subida, recordo-me duma frase do Pedro "Nós estávamos todos frios", e ele saí-me com esta, se calhar vou voltar para trás, já me dói não sei o quê! Já estava a desmotivar logo no inicio, lá lhe fizemos a cabeça, não foi preciso muito e lá seguimos para o pequeno almoço.

Prosseguindo o passeio, fizemos alguns quilómetros em estradas secundárias até chegar a Brejos de Azeitão, e foi por aí que entrámos na Serra da Arrábida, e a diversão começou. Um pouco mais à frente cruzámo-nos com o Paulo e mais dois amigos. O engraçado deste encontro, é que no dia anterior, tínhamos falado num possível encontro, mas como Eles vinham do lado oposto do nosso, pensei para os meus botões que o tal encontro nunca se viesse a realizar, e sem prever, nós íamos para a pedreira que dá acesso à Varanda da Arrábida, e eles vinham dessa direcção.

Momento do encontro

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Conversámos um pouco e depois cada grupo seguiu o seu caminho, nós fomos na direcção da pedreira. Eu sabia o que nos esperava, e que trepa, nem estava minimamente preocupado se a subia a toda em cima da bicicleta ou não, sabia o veredicto final, ia desmontar, tentei o máximo, mas sem treino não há milagres e havia tanto ainda por percorrer.

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Ao chegar ao topo da subida, fiquei um pouco desiludido, não se via nada, só vos digo uma coisa, tem uma vista espectacular. Parámos um pouco para as fotos e vídeos da praxe, e seguimos por um trilho com muita pedra embutida, e com arbustos de ambos os lados, ideal para riscar o cromado todo, como se sucedeu.

Varanda Arrábida
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Depois ainda passámos ao lado duma outra pedreira e ao chegar a Santana, estava um nevoeiro cerrado, não se via nada. Subimos ao Castelo de Sesimbra, e a diversão estava prestes a começar, para Eles, Tiago e Pedro ia ser uma estreia, quase todo o passeio o foi.
 
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Depois no final deste mega single, tínhamos um cotovelo à esquerda, mas seguimos em frente, havia indicação duma queda de água, e ao chegar, tínhamos mais um belo desafio, uma calçada romana para tentar transpor.

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No final, descemos tudo o que havia, e fomos à Vila de Sesimbra almoçar, repor energias para a segunda e última parte, o regresso.

Os candelabros do Pantera
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Ainda tivemos a agradável visita doutro Cavaleiro do Pedal, o Filipe, que é destas bandas, e foi ele que sugeriu o trilho da Queda de Água. 

No inicio queríamos almoçar no máximo uma hora e no entanto com conversa, demorámos quase duas horas, e arrancar? Ui o que doeu...

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Lá fomos nós em direcção do Cabo Espichel, ponto de viragem para o regresso a casa. Agora íamos para a Lota, e seguir subir em direcção da Praia da ribeira do cavalo e depois era só deixar embalar até ao topo. Após esta pequena e dura trepa, apanhámos estrada e seguimos para a Azoia, aí entrávamos novamente em trilho de cabra e por aí seguíamos até ao Farol do Cabo Espichel.

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Já faltava pouco

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Ao chegar à zona das Arribas começou a diversão, e sem esquecer da gestão de energia, ainda havia muito para percorrer. E infelizmente houve uma queda, e por vezes no meio do azar, houve sorte, caiu numa zona sem pedra embutida, e ainda bem, magoou-se só um pouco, ganhou para o susto, ele e nós.

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O tempo começava a escassear, e optámos fazer um atalho, e em vez de irmos para a Lagoa de Albufeira, apanhámos logo a estrada que ia para a rotunda da nato em Fernão Ferro, e ao chegar à Mata da Apostiça, foi só seguir em frente da melhor maneira que conseguimos, as forças começavam a falhar, e para se juntar à festa, areia, muita areia, não é à toa o nome do Passeio, ser este! 

Passando este grande obstáculo, seguimos pela estrada, em vez de irmos para a Fonte da Telha e depois fazer o regresso pela Arriba Fóssil. Ao chegar à Costa da Caparica, a luz do dia já tinha desaparecido, toca a ligar as luzes, ou o que restava delas, até à Trafaria, ao chegar, esperámos pouco, apanhámos o ferryboat e voltámos à nossa Margem, LISBOA!

Depois cada um foi para o seu lado. 
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Ao chegar a casa, ainda parto a corrente!

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 Total de Quilómetros

 
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THE END

segunda-feira, 13 de maio de 2019

INSANE RIDE

Olá

Ontem voltámos aos passeios longos. Combinámos com alguma antecedência, já sabendo que ia estar um calor infernal, nada nos moveu. Entusiasmados, a tripla de ontem, para a próxima semana vai voltar à carga, mas em modo travessia.

A volta planeada inicialmente era ir de comboio de Lisboa até Riachos, concelho de Torres Novas. Depois houve uma pequena alteração devido ao calor que se ia sentir.

Então lá combinamos o local e hora, e siga. Apanhámos o comboio para Santarém às 07h53, e instalámo-nos na carruagem, bikes presas e começou assim a diversão, que só terminou ao nos separar-nos em Lisboa.
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Como já tínhamos feito este percurso pelo menos três vezes, quis fazer um diferente, pelo menos no início, atravessámos logo em Santarém pará a margem sul. Depois foi rolar e torrar muito.
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Reforçar o estômago 
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Travessia para a Margem Sul 
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Sem esquecer daquela zona de pinheiros que ainda nos ajudam na progressão dom percurso com alguma sombra e alguma brisa fresca.
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Desta vez não me esqueci de besuntar bem com protector solar, mesmo assim ao chegar a Samora Correia, para o merecido almoço, parecia um tomate.
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Café Ferrari - Local habitual de Almoço
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Fomos com uma média fantástica. Para vos dizer que quando fomos das outras vezes, chegávamos sempre tarde a Samora Correia, e desta às 11h50, já nos estávamos a sentar, e chegámos a Santarém uma hora mais tarde que o habitual. 
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Estávamos surpresos com a nossa prestação, é que não temos pedalado nada, mesmo nada.

Para mim dos locais mais interessantes e bonitos de todo o percurso é ao chegar a Benavente, junto ao Rio Sorraia, e seguir por singletrack até Samora Correia, passando pelos canais de rega, não sei precisar, mas devem ser uns cinco ou seis quilómetros, e desta vez apanhámos o canal bem cheio, quase a transbordar, nunca o tinha visto assim. E ali estávamos protegidos do sol, e ainda corria uma brisa fresca.
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Após o manjar dos Deuses e um pouco de repouso, lá nos metemos novamente a caminho, agora era o regresso e sem sombras. Lá fomos comprar água com abundância, desidratar é que não. Ao chegar à N10, no track de Gps fazíamos só um pouco da nacional e depois virávamos algures à esquerda para uns estradões que nos iam levar até à ponte de Vila Franca, mas... ninguém nos avisou do inesperado. 

Havia um portão com um numero da contacto duma empresa de segurança privada. 

Perdemos logo a vontade de ir por ali, continuando pela N10 e com o cuidado redobrado, lá chegámos à ponte e atravessamos com segurança e ainda deu para nos divertirmos.
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Depois em Vila Franca foi só seguirmos para a Ciclovia, e irmos até Alhandra, aí apanhámos a N10 novamente, e seguimos o Caminho do Tejo ao contrário até Alverca, ao chegar à estação da CP daquela localidade, parámos um pouco para descansar. Ainda deu para assistir a umas manobras dum pequeno caça que ali estava a fazer exercícios.
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Em Vila Franca de Xira
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Alverca 
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Já nem tinha muita paciência para estar a tirar o telemóvel e tentar captar o tal Caça. O calor era tanto que já estava a ficar exausto. Ainda tínhamos uns bons quilómetros para fazer e decidimos após o passadiço do Tejo, seguir por estrada, em vez de ir pelas lezirias do Trancão. 
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A chegar a Alverca
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Passadiço do Tejo 


Mesmo assim, ainda parámos novamente para comprar mais água. Prosseguindo o caminho, já em Sacavem, dispersámos, cada um para o seu lado.
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Sacavém
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Ficou um dia muito bem passado, DURISSÍMO devido ao calor sentido em toda a viagem, mas muito gratificante pelo tempo passado em harmonia com esta EXCELENTE COMPANHIA, não podia estar mais grato por os ter como família!

Ahhhh somos os Cavaleiros da SObRE.PT 



domingo, 16 de setembro de 2018

BLACK JERSEY

Boas companheiros/as do pedal

Há muito que não venho aqui... Desde do acidente do Ti Henrique, isto cá dentro abalou e por outros factores pessoais, e físicos que deixei de ter material para partilhar convosco.

Tenho feito alguns passeios, nem sei se lhe chamo passeios, mini voltas, isso sim. Que vontade de retomar à boa forma, menos redondo, eheheheh

Entretanto tenho recuperado o tempo perdido, não sei se me entendem, é muito bom, quando encontramos alguém que no faça sentir feliz. 

Ya encontrei-a! 

"Não anda de bike, mas isso também não interessa..."

Para voltar, não posso começar com mega passeios. Também ando lesionado, tenho uma pequena lesão na perna direita, ligamento inflamado e com liquido, quero recuperar com juízo, para poder voltar em força!

Finalmente chegaram as Jerseys Pretas, o meu primeiro projecto dos Cavaleiros, para mim a mais bela, apesar de também gostar bastante do Modelo Laranjinha.
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No último passeio, fui pedalar com o Tiago R, também Ele cavaleiro e SObRE.PT, somos poucos assim, eheheh

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ThE eNd

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Ti HENRIQUE

Boas companheiros/as do pedal

No passado domingo, dia 29 Abril, fui com os Lisbon Bike Riders ao 5ª Edição do passeio Cicloturismo da Junta de Freguesia de Santa Clara, Lumiar-Lisboa.

O São Pedro brindou-nos com  algumas cargas, mas os mais de 100 ciclistas não se desanimaram. 

Deram a partida e lá fomos nós, o percurso era para ter sido até Belém e voltar, mas como havia outro passeio a passar na mesma zona, fez-se uma alteração e percorremos na mesma os 50km pretendidos, mas às voltas pela cidade de Lisboa. 

Com direito a batetores da PSP, íamos mais à vontade. 

Numa das cargas de água que caiu, talvez a mais densa, alguns até disseram que era granizo, aconteceu o que ninguém queria, um tragédia e das grandes.

Com a forte chuvada, um elemento do passeio ia mais na berma da estrada e esta suprimia, e havia uma carrinha mal estacionada, este não a viu devido às chuva e tambem ia distraído. 
 
Embateu com tal violência que o quadro de carbono partiu de imediato, o impacto foi tão violento que chamou atenção de todos que iam ao seu lado e atrás.

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Parámos de imediato para o socorrer, houve ali um momento de pânico, todas as pessoas queriam ajudar sem saber como. 

Foi chamado de imediato uma ambulância, apareceu uma dos bombeiros que nos acompanhavam. Deram logo auxílio, foram feitas massagens cardíacas no local, e no entretanto chamado o INEM com a máxima urgência. 

Ainda demoram um pouco, mesmo que viessem mais cedo, desculpem a sinceridade, ele o Sr Henrique há muito tinha partido. 

Nunca mais me irei esquecer daquele olhar sem vida. Os lábios pouco depois de ter embatido com aquela violência na carrinha. 

Desde do embate à chegada do INEM, os seus olhos não tiveram mais reação, e os lábios pouco depois roxos ficaram. 

Após o INEM ter chegado, ligaram o disfibrilhador, e as várias tentativas de apanhar pulso deram em sucesso.

O seu diagnóstico era muito reservado. 

Soube após o passeio, estava em coma, que tinha fracturado uma vértebra cervical, e com a sua idade, estaria a lutar pela sua vida ali. Infelizmente, soube ontem, que a sua luta foi em vão. 

Não conhecia o Sr Henrique, mas pelo que soube era um amante do ciclismo, é uma pessoa muito querida por todos que o conheciam. Conhecido por Ti Henrique, certamente irá deixar muita saudade.

Os meus sinceros sentimentos à família e amigos.
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quinta-feira, 8 de março de 2018

RAID DO FACHO

Boas companheiros/as do pedal

No passado domingo, 25 Fevereiro.

Rumei a Roriz (Barcelos), com mais um casal amigo. Para participar no Raid do Facho, à  meia-maratona, 45km.

Dia com muitos km. Só ida e volta na casa dos 800.

Ao chegar a Roriz, encontramo-nos com o Eduardo, já algum tempo que estávamos à espera desta oportunidade, de conhecer  algumas pessoas, que conheci virtualmente.

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Eu - Eduardo - Hélio
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Avante

Já em Roriz, disputava-se ali mais uma prova da taça de XC do Minho. Um evento grande repleto de vários atletas federados, e muitos da classe promoção.

Fomos à tenda da KTM, onde conhecemos o Sr José Pereira, o dono da loja Bike Seven de Barcelos. Ele tinha as bikes que nos foram confiadas para a nossa participação.

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Ainda deu para conhecer outras pessoas, que só conhecia Virtualmente.

Com o início da prova breve, pedi ao Sr José, para me dar umas últimas afinações. No início queria em velocidade de passeio, mas andar numa máquina daquelas, quem conseguia ir devagar? Eu não consegui.
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No início até pensei que ia morrer a meio da prova, estava com uma média muito alta para o que estou habituado. 

Gostei do percurso, achei muito rolante, apesar de ser um sobe e desce constante... 

" Rolante no sentido que o percurso era rápido, mesmo com o constante sobe e desce, eu ia sempre com uma boa velocidade"


Gostei da relação de pratos de 36. Como uso o 38, para breve mudo para 36/22.

Bem a única dificuldade que encontrei na prova foi a última subida e que trepa.

"Com orgulho, o gordo diz, fi-la toda na bike! Vi muitos a desmontarem... Ando bruto! " :) :P

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No final fiquei novamente surpreendido com o tempo que fiz, abaixo das 3h. Muito bom para quem não andava há mais de 15 dias.

No final, ainda encontrei caras amigas, o Nicolau e a Tânia, mais o Vasco. No final da prova a Yuliya e o Pedro, é sempre bom rever amigos e num local tão distante.

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Com o Vasco
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Afinal de contas também não estava sozinho, estava com a Carla e o Hélio, mais o Guarda, e o Sr José da Bike Seven, que conhecemos ali.

O mundo é tão pequeno, que após a entrega dos troféus, encontrei de relance a Leandra, outra amiga virtual do face e dos Instagram, uma máquina do enduro.

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Aproveitámos para pôr um pouco a conversa em dia. O BTT não é só andar, é conhecer pessoas fantásticas e partilhar experiências.

No final ajudámos a desmontar o palco de festas.

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Fomos já almoçar à hora do lanche, mas valeu tudo. Foi um dia super cansativo, mas compensou tudo, em esquecer que também conheci o Nuno, mais conhecido por Peregrino.

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Há amantes dos caminhos de Santiago de Compostela, em todo lado, o que é fantástico. Regresso a Lisboa

FOTOS - RAID DO FACHO

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O meu muito Obrigado a TODOS
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Done

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