segunda-feira, 13 de maio de 2019

INSANE RIDE

Olá

Ontem voltámos aos passeios longos. Combinámos com alguma antecedência, já sabendo que ia estar um calor infernal, nada nos moveu. Entusiasmados, a tripla de ontem, para a próxima semana vai voltar à carga, mas em modo travessia.

A volta planeada inicialmente era ir de comboio de Lisboa até Riachos, concelho de Torres Novas. Depois houve uma pequena alteração devido ao calor que se ia sentir.

Então lá combinamos o local e hora, e siga. Apanhámos o comboio para Santarém às 07h53, e instalámo-nos na carruagem, bikes presas e começou assim a diversão, que só terminou ao nos separar-nos em Lisboa.
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Como já tínhamos feito este percurso pelo menos três vezes, quis fazer um diferente, pelo menos no início, atravessámos logo em Santarém pará a margem sul. Depois foi rolar e torrar muito.
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Reforçar o estômago 
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Travessia para a Margem Sul 
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Sem esquecer daquela zona de pinheiros que ainda nos ajudam na progressão dom percurso com alguma sombra e alguma brisa fresca.
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Desta vez não me esqueci de besuntar bem com protector solar, mesmo assim ao chegar a Samora Correia, para o merecido almoço, parecia um tomate.
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Café Ferrari - Local habitual de Almoço
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Fomos com uma média fantástica. Para vos dizer que quando fomos das outras vezes, chegávamos sempre tarde a Samora Correia, e desta às 11h50, já nos estávamos a sentar, e chegámos a Santarém uma hora mais tarde que o habitual. 
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Estávamos surpresos com a nossa prestação, é que não temos pedalado nada, mesmo nada.

Para mim dos locais mais interessantes e bonitos de todo o percurso é ao chegar a Benavente, junto ao Rio Sorraia, e seguir por singletrack até Samora Correia, passando pelos canais de rega, não sei precisar, mas devem ser uns cinco ou seis quilómetros, e desta vez apanhámos o canal bem cheio, quase a transbordar, nunca o tinha visto assim. E ali estávamos protegidos do sol, e ainda corria uma brisa fresca.
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Após o manjar dos Deuses e um pouco de repouso, lá nos metemos novamente a caminho, agora era o regresso e sem sombras. Lá fomos comprar água com abundância, desidratar é que não. Ao chegar à N10, no track de Gps fazíamos só um pouco da nacional e depois virávamos algures à esquerda para uns estradões que nos iam levar até à ponte de Vila Franca, mas... ninguém nos avisou do inesperado. 

Havia um portão com um numero da contacto duma empresa de segurança privada. 

Perdemos logo a vontade de ir por ali, continuando pela N10 e com o cuidado redobrado, lá chegámos à ponte e atravessamos com segurança e ainda deu para nos divertirmos.
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Depois em Vila Franca foi só seguirmos para a Ciclovia, e irmos até Alhandra, aí apanhámos a N10 novamente, e seguimos o Caminho do Tejo ao contrário até Alverca, ao chegar à estação da CP daquela localidade, parámos um pouco para descansar. Ainda deu para assistir a umas manobras dum pequeno caça que ali estava a fazer exercícios.
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Em Vila Franca de Xira
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Alverca 
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Já nem tinha muita paciência para estar a tirar o telemóvel e tentar captar o tal Caça. O calor era tanto que já estava a ficar exausto. Ainda tínhamos uns bons quilómetros para fazer e decidimos após o passadiço do Tejo, seguir por estrada, em vez de ir pelas lezirias do Trancão. 
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A chegar a Alverca
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Passadiço do Tejo 


Mesmo assim, ainda parámos novamente para comprar mais água. Prosseguindo o caminho, já em Sacavem, dispersámos, cada um para o seu lado.
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Sacavém
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Ficou um dia muito bem passado, DURISSÍMO devido ao calor sentido em toda a viagem, mas muito gratificante pelo tempo passado em harmonia com esta EXCELENTE COMPANHIA, não podia estar mais grato por os ter como família!

Ahhhh somos os Cavaleiros da SObRE.PT 



domingo, 16 de setembro de 2018

BLACK JERSEY

Boas companheiros/as do pedal

Há muito que não venho aqui... Desde do acidente do Ti Henrique, isto cá dentro abalou e por outros factores pessoais, e físicos que deixei de ter material para partilhar convosco.

Tenho feito alguns passeios, nem sei se lhe chamo passeios, mini voltas, isso sim. Que vontade de retomar à boa forma, menos redondo, eheheheh

Entretanto tenho recuperado o tempo perdido, não sei se me entendem, é muito bom, quando encontramos alguém que no faça sentir feliz. 

Ya encontrei-a! 

"Não anda de bike, mas isso também não interessa..."

Para voltar, não posso começar com mega passeios. Também ando lesionado, tenho uma pequena lesão na perna direita, ligamento inflamado e com liquido, quero recuperar com juízo, para poder voltar em força!

Finalmente chegaram as Jerseys Pretas, o meu primeiro projecto dos Cavaleiros, para mim a mais bela, apesar de também gostar bastante do Modelo Laranjinha.
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No último passeio, fui pedalar com o Tiago R, também Ele cavaleiro e SObRE.PT, somos poucos assim, eheheh

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ThE eNd

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Ti HENRIQUE

Boas companheiros/as do pedal

No passado domingo, dia 29 Abril, fui com os Lisbon Bike Riders ao 5ª Edição do passeio Cicloturismo da Junta de Freguesia de Santa Clara, Lumiar-Lisboa.

O São Pedro brindou-nos com  algumas cargas, mas os mais de 100 ciclistas não se desanimaram. 

Deram a partida e lá fomos nós, o percurso era para ter sido até Belém e voltar, mas como havia outro passeio a passar na mesma zona, fez-se uma alteração e percorremos na mesma os 50km pretendidos, mas às voltas pela cidade de Lisboa. 

Com direito a batetores da PSP, íamos mais à vontade. 

Numa das cargas de água que caiu, talvez a mais densa, alguns até disseram que era granizo, aconteceu o que ninguém queria, um tragédia e das grandes.

Com a forte chuvada, um elemento do passeio ia mais na berma da estrada e esta suprimia, e havia uma carrinha mal estacionada, este não a viu devido às chuva e tambem ia distraído. 
 
Embateu com tal violência que o quadro de carbono partiu de imediato, o impacto foi tão violento que chamou atenção de todos que iam ao seu lado e atrás.

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Parámos de imediato para o socorrer, houve ali um momento de pânico, todas as pessoas queriam ajudar sem saber como. 

Foi chamado de imediato uma ambulância, apareceu uma dos bombeiros que nos acompanhavam. Deram logo auxílio, foram feitas massagens cardíacas no local, e no entretanto chamado o INEM com a máxima urgência. 

Ainda demoram um pouco, mesmo que viessem mais cedo, desculpem a sinceridade, ele o Sr Henrique há muito tinha partido. 

Nunca mais me irei esquecer daquele olhar sem vida. Os lábios pouco depois de ter embatido com aquela violência na carrinha. 

Desde do embate à chegada do INEM, os seus olhos não tiveram mais reação, e os lábios pouco depois roxos ficaram. 

Após o INEM ter chegado, ligaram o disfibrilhador, e as várias tentativas de apanhar pulso deram em sucesso.

O seu diagnóstico era muito reservado. 

Soube após o passeio, estava em coma, que tinha fracturado uma vértebra cervical, e com a sua idade, estaria a lutar pela sua vida ali. Infelizmente, soube ontem, que a sua luta foi em vão. 

Não conhecia o Sr Henrique, mas pelo que soube era um amante do ciclismo, é uma pessoa muito querida por todos que o conheciam. Conhecido por Ti Henrique, certamente irá deixar muita saudade.

Os meus sinceros sentimentos à família e amigos.
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quinta-feira, 8 de março de 2018

RAID DO FACHO

Boas companheiros/as do pedal

No passado domingo, 25 Fevereiro.

Rumei a Roriz (Barcelos), com mais um casal amigo. Para participar no Raid do Facho, à  meia-maratona, 45km.

Dia com muitos km. Só ida e volta na casa dos 800.

Ao chegar a Roriz, encontramo-nos com o Eduardo, já algum tempo que estávamos à espera desta oportunidade, de conhecer  algumas pessoas, que conheci virtualmente.

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Eu - Eduardo - Hélio
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Avante

Já em Roriz, disputava-se ali mais uma prova da taça de XC do Minho. Um evento grande repleto de vários atletas federados, e muitos da classe promoção.

Fomos à tenda da KTM, onde conhecemos o Sr José Pereira, o dono da loja Bike Seven de Barcelos. Ele tinha as bikes que nos foram confiadas para a nossa participação.

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Ainda deu para conhecer outras pessoas, que só conhecia Virtualmente.

Com o início da prova breve, pedi ao Sr José, para me dar umas últimas afinações. No início queria em velocidade de passeio, mas andar numa máquina daquelas, quem conseguia ir devagar? Eu não consegui.
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No início até pensei que ia morrer a meio da prova, estava com uma média muito alta para o que estou habituado. 

Gostei do percurso, achei muito rolante, apesar de ser um sobe e desce constante... 

" Rolante no sentido que o percurso era rápido, mesmo com o constante sobe e desce, eu ia sempre com uma boa velocidade"


Gostei da relação de pratos de 36. Como uso o 38, para breve mudo para 36/22.

Bem a única dificuldade que encontrei na prova foi a última subida e que trepa.

"Com orgulho, o gordo diz, fi-la toda na bike! Vi muitos a desmontarem... Ando bruto! " :) :P

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No final fiquei novamente surpreendido com o tempo que fiz, abaixo das 3h. Muito bom para quem não andava há mais de 15 dias.

No final, ainda encontrei caras amigas, o Nicolau e a Tânia, mais o Vasco. No final da prova a Yuliya e o Pedro, é sempre bom rever amigos e num local tão distante.

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Com o Vasco
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Afinal de contas também não estava sozinho, estava com a Carla e o Hélio, mais o Guarda, e o Sr José da Bike Seven, que conhecemos ali.

O mundo é tão pequeno, que após a entrega dos troféus, encontrei de relance a Leandra, outra amiga virtual do face e dos Instagram, uma máquina do enduro.

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Aproveitámos para pôr um pouco a conversa em dia. O BTT não é só andar, é conhecer pessoas fantásticas e partilhar experiências.

No final ajudámos a desmontar o palco de festas.

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Fomos já almoçar à hora do lanche, mas valeu tudo. Foi um dia super cansativo, mas compensou tudo, em esquecer que também conheci o Nuno, mais conhecido por Peregrino.

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Há amantes dos caminhos de Santiago de Compostela, em todo lado, o que é fantástico. Regresso a Lisboa

FOTOS - RAID DO FACHO

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O meu muito Obrigado a TODOS
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Done

domingo, 4 de março de 2018

RECONHECIMENTO

Boas companheiros/as do pedal

Ontem fiz o meu maior passeio, tanto em km, como horas em cima de uma bike.

Há muito que queria fazer o A LOT OF SAND, mas queria alterar algumas zonas de passagem. 

Tinha de ser ontem, mentalizei-me das condições atmosféricas, preparei tudo e saí bem cedo, 05h40. O objetivo era começar e terminar em casa.

Locais de passagem, Santo António dos Cavaleiros, Póvoa de Santo Adrião, Olival de Basto, Calçada do Carriche, Lumiar, Campo Grande, Saldanha, Rossio, Terreiro do Paço, barco para o Barreiro.

Durante a ida para o barco, estava apenas uma ligeira brisa, ao chegar à margem sul, já se avistavam algumas nuvens carregadas de água.

Mesmo assim prosseguir com o meu objetivo.

Não sei precisar todos os locais que passei, mas dos mais conhecidos, Azeitão, Bacalhoa. Ao entrar na serra, começa a cair com mais intensidade. Já há muito que tinha posto o impermeável.

No topo da subida do Fim do Mundo, caia como não houvesse amanhã.

Tirei umas chapas e lá decidi descer, regos e mais regos, todo o cuidado era pouco.

Estava a entrar numa zona que tinha de mudar o track. Juntei três para ficar um só. 

Algumas zonas já estavam fechadas, desde da última vez que lá passei com o Marco, penso que há dois ou três anos.

Continuei, houve uma má leitura no GPS, desci algo que não devia, a minha sorte é que reparei a tempo, e tive de subir pouco.

O terreno estava muito pesado, com a chuva torrencial, e de óculos postos não dava, estavam sempre a embaciar. Tirei-os, mas depois era quase impossível andar sem eles, muita água nos olhos.

Lá me esforcei para manter os olhos bem abertos. 

No face ontem, houve alguém que sugeriu uns remos, e pensei logo nos vários rápidos que fui encontrando ao longo do caminho.

Antes de chegar à varanda da Arrábida ou de Sesimbra, confundo-me sempre. Ainda apanhei locais com muita pedra embutida no chão, verdadeiras armadilhas. 

Havia zonas que dava para arriscar, mas havia outras que era obrigatório desmontar, caso contrário era um convite para ir ao chão.

Adoro aquela zona, mas seca, é sempre aviar cartucho.

Ao chegar à Pedreira, tem uns blocos de cimento armado a bloquear a passagem, apeado ou bike, dá sempre para passar.

No início da Mega subida, fui a pedalar, o objetivo era fazer a volta de maneira confortável. Ainda tinha muitos km para fazer. 

Ao chegar ao topo, fiquei curioso de espreitar pela varanda o Mar. Era bela na mesma, deslumbrante vista, com o mar revoltoso lá em baixo da falésia, nos dias de sol, nota-se bem a transparência daquela água atlântica.

Prosseguindo

Passei pelo local onde tinha caído na volta TRALHOS.

Depois de algumas descidas, com muita precaução, lá entrei noutra zona de pedreiras, e fui até Santana.

Subi ao Castelo de Sesimbra, desfrutei da paisagem sempre bela.
Segui viagem por outra saída. No início ainda fui na bike, mas vi logo que seria uma loucura. 

Pedra molhada onde não há proteção. Não me apetecia voar.

Desci até à Vila de Sesimbra, parei num pequeno café, e reforcei mais uma vez o estômago com um prego e uma sopa.

Após a mini refeição, segui viagem...

Ao passar pela praia, estava tudo sujo, segui em direção à lota, seria a última grande subida do dia.

Ao chegar ao topo tirei algumas fotos e siga.


"Por alguns momentos senti fraqueza, sinceramente não sei onde fui buscar forças"

Próximo destino seria o Farol do cabo Espichel.

Na sua progressão, também alterei um pouco o percurso, talvez uns 500m. 

Um pequeno desvio, mais junto à falésia. Onde há uns singletracks engraçados.

Após esse pequeno desvio, retomei à estrada. 

Depois ao seguir o track normal, cometi um erro. O piso estava todo cheio de lama, hum... Barro!

Perdi uma boa meia hora a limpá-la num charco.

Desisti ir por ali, e já não fui ao farol, segui pela estrada até ao Convento ou Mosteiro do Cabo Espichel. 

Cafezinho, repor água nos bidons, depois fui tirar umas fotos e no regresso, já não fui pelas arribas, decidi ir pela estrada, seria mais rápido.

Fui na direção da Aldeia do Meco, aí apanhei a estrada que vai até à rotunda da Nato.

Fiz tudo pela estrada até à entrada da Mata da Apostiça, troquei o track, é que da última vez que lá passámos, apanhámos tanta areia, daí o nome. 

Ficámos com trauma de areia.

Para evitar areia, procurei no wikiloc uma alternativa, e finalmente encontrei, também há areia, mas não com a quantidade que apanhámos.

Ao chegar à Fonte da Telha, tinha duas opções, estrada ou pela Arriba Fóssil, como havia tempo, optei pelo local mais confortável, e sem dúvida mais bonito.

"Até tirei poucas fotos, devido à chuva"

Quase acabar Arriba Fóssil, dou de caras com um falcão, que animal tão nobre. No seu estado selvagem!

Levantou vôo e por uns momentos fiquei a observá-lo, depois desapareceu.

Mais uns km de estrada, até à Trafaria, no meio do caminho, passa o Quim Zé de carro com a família, foi bom, mesmo por um instante uma cara amiga.

Ao chegar à Trafaria, precisava mesmo de descanso, até que entro na estação e vejo que não há barcos devido ao estado agitado do mar. É pá, fiquei sem reação.

Houve um senhor muito simpático, apercebeu-se, e disse-me que tinha de ir apanhar no Porto Brandão.

Perguntei se era longe, o mesmo disse que não, mas os primeiros km eram a subir. Ui, estou desgraçado pensei eu.

Lá fui eu, talvez tenha demorado uns 25 minutos, o cansaço era tanto. Ao chegar ao destino fluvial, era só aguardar pelo Ferry boat e siga para Lisboa.

Ao chegar a Belém, mais uma carga de água, algo que já não tivesse habituado.

Belém, Santos, Praça do Comércio, Rossio, Saldanha, encontrei um colega de profissão, ficámos um pouco na conversa e lá segui viagem... Estava mortinho para chegar a casa.

Já com muito pouca bateria na lanterna, ia a poupar nos locais com luz. A volta de regresso foi igual à ida. Ao chegar à minha rua, alonguei um pouco e subi.

Foi uma aventura e tanto. 
Como fiz sozinho, o meu teste foi aprovado. Uma experiência única, mesmo com estas condições atmosféricas nada agradáveis. 

Está feito!


Obrigado

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

FDS

Boas companheiros/as do pedal
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Este último fim-de-semana, ia fazer um teste à minha capacidade de pedalar sozinho, durante muitos quilómetros.
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Está em vista a minha maior travessia. Chamei-lhe o Quatro em um.
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São os caminhos de Santiago de Compostela que ainda me faltam fazer.
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Pelo menos os que me interessam.
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Via da Prata = Sevilha - Astorga.
Rota São Salvador = León - Oviedo.
Caminho Primitivo = Oviedo - Santiago.
Caminho Português da Costa =  Santiago - Porto.
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Aproximadamente 1400km, para serem feitos em 15 dias.
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No entanto, na sexta-feira deu-me a moleza e já não fui fazer a volta programada.
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Andei na mesma, uma volta mais curta, mais interessante no que toca a trilhos, a outra que ia fazer era mais rolar.
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Combinei com o Johnny, e lá fomos nós ao Monte Manique.
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A volta é da autoria do Miguel, Carecas do pedal.
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O passeio em si foi porreiro, fomos devagar. Ainda se fez o trilho da Anaconda, como só tinha lá passado uma vez e a pé, fiquei com vontade de lá passar novamente, mas a descer de bike.
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Dito e feito, não foi fácil, mas com atenção e algum cuidado, e bons travões e pneus, tudo se faz.
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No domingo, deixei-me ficar um pouco mais na cama, descansar. Levantei-me um pouco mais tarde que o habitual para andar.
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Saí de casa perto das 10h, fui nas calmas ainda a decidir o que iria fazer.
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Tinha dois tracks também muito porreiros à escolha, também da autoria dos Carecas do Pedal.
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Ia à Raposa ou ao Mont K, lá decidi ir ao Mont, desta vez ia sozinho. Fiz o meu teste neste passeio.
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E adorei, fui ao sabor do vento. Parava quando quis. Fartei-me de tirar fotos, nada que não seja muito diferente das minhas voltas.
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Saí às 10h, cheguei a casa às 15h30.
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Adorei.
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Sei perfeitamente que um passeio de 50km, não é a mesma coisa que outro de mil e tal.
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No entanto, vamos ver se este ano fico por cá " há outros passeios que quero fazer, como a rota vicentina, e ir e vir de Fátima por caminhos diferentes."
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Não há tempo para tudo e assim aproveito para treinar como deve de ser, para esta mega viagem.
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Foi um fim-de-semana mesmo bom. Que saudades.
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Ontem, aproveitei para ir a duas aulas de 45m RPM e outra de 30m Sprint, tudo seguido.
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Que bem me fez.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

VÉSPERA'S

Boas companheiros/as do pedal

Dia 23 fui para o trabalho de bike, porque no dia seguinte ia haver um passeio organizado pelo casal Avocado, em Monsanto.

Como já não ia ao mato há mais de um mês, e a Monsanto ainda há mais. Juntei o útil ao agradável, e fui com um directa em cima.

" De casa ao work, são 14km. + 9h, depois mais uns 10km do trabalho ao terreiro do paço, onde combinei com o Marco. "

Ao sair fui ter com o Marco, depois subimos o Rossio em direcção ao Marquês.

Aí trepámos até ao topo do parque Eduardo VII, Palácio da Justiça, e pela ciclovia até à Serafina.
Era aí o ponto de concentração.

Há dias na minha última crónica disse que com a entrada nos Entas, já não conseguia fazer directas para ir andar.

Grande bofetada que levei.

Fiz a tal directa, andei, curti imenso a volta escolhida pelo Fred.

Ao todo devíamos ser umas vinte pessoas, mais ao menos isso. Do pessoal conhecido eram pelo menos sete pessoas, o resto fomo-nos conhecendo.

5* ambiente, percurso... tudo!

Não vou dizer que foi fácil. Houve uma altura que o cansaço começou a pesar.

Entrei com troca de palavras com o Marco. 
No fim agradeci-lhe.

A troca deveu-se ao facto de querer desistir do passeio, quando faltavam oito quilómetros dos 29.
Pouco depois desse desentendimento parvo.

Juntei-me ao Marco e ao Patacas. Ya, este grande maluco também veio, para se juntar à festa.

A cereja em cima do bolo era mesmo o trilho do Javali, há tanto que curtia de o fazer.

E ali estava ele, não sei se o fizemos todo, mas o que fiz, curti imenso.

Só houve uma descida que não fiz, não pelo susto que era, mas pela incerteza dos outros que desmontaram.

No final ainda houve bolo rei e vinho do porto pra todos.

O passeio tinha ali terminado, mas não para mim. Ainda tinha mais uns quilómetros para casa.

Cheguei a casa morto, eram mais ao menos 14h e tal. Tomei um banho e hibernei.

Só acordei no dia 25 às 5h e tal. Pouco antes de levantar para ir trabalhar.

Obrigado a todos os intervenientes do passado dia.

Continuação de boas festas e BOM ANO

sábado, 16 de dezembro de 2017

BEM-VINDO AOS ENTAS

Olá companheiros/as do pedal

Há muito que já cá não venho. O tempo tem sido escasso para aquelas voltas do dia todo, e o pessoal com quem ando, também anda super ocupado.

Um casou-se, outro foi pai, outro mudou-se pra outra banda (Margem Sul).

Entretanto, como me mudei de residência, já não há muita paciência de ir andar para Monsanto.

O meu novo quintal tem imensos recantos que ainda não conheço.

Ultimamente tenho-me juntado ao Miguel e Ricardo dos Carecas do Pedal.

Tenho evoluído bastante, aquela zona é uma Meca do BTT.

Sério, nunca imaginei os trilhos espetaculares que ali há.

Sempre fui um pouco cagão a descer. Agora já não me reconheço.

Estas últimas semanas não tenho ido para o mato, já não tenho trinta e poucos, ontem entrei nos Entas, Parabéns a mim.

A idade já pesa em algumas circunstâncias.

Exemplo disso; Quando saía de uma noite, ainda havia energia para fazer aquelas voltas do dia todo. Agora não o faço.

Entretanto, há um mês ou dois, fui à corrida do Montepio.

Curti, já não corria há imenso tempo e fiz os 10km abaixo dos 60m. Fiquei super contente.

No presente momento, andar de bicicleta só casa - trabalho - casa, nem 30km chega, e nem sempre vou.

Na sexta-feira passada, o último dia dos 30. Fiz algo memorável. Fui correr e para meu espanto. Bati os meus recordes de distância e tempo.

Corri 18km, numa 01h33m.

Já não corria desde da maratona do Montepio.

Portanto, uma nova década, espero que seja mais produtivo em viagens.
Sejam elas a pé, de bicicleta.

Bem, fico por aqui! 😜

Boas Festas🎶🎙️🎇🎆🎉🎈🎊

Grande Abraço e Beijinhos

domingo, 12 de novembro de 2017

BARRIGA DE MISÉRIAS

Boas companheiros/as do Pedal

A semana passada tirei a barriga de misérias, foram três dias brutais andar com o Miguel e com o Velhote, no nosso Quintal.

Farto de andar nos mesmos locais, Monsanto, e mais Monsanto. Acabei por aceitar os convites do Miguel, e andei na passada Segunda, Quinta e Sexta-Feira.

Tenho evoluído bastante, tanto a trepar com a descer. 

Trilhos como da Raposa, Ti Carlos, Ida à Missa, entre outros, ainda há tanto por andar. As voltas que fizemos até foram curtas em km, mas ricas nos percursos feitos. Cada vez gosto mais do nosso Quintal = Concelho de Loures

Há por muito andar, já conheci alguns dos topos, uns de vista como o Monte Serves, Socorro, Funchal, e outros de ter ido lá, como Moinho Manique e ao Monte K, já lá fui duas vezes, a primeira vez abordagem foi diferente e a sua progressão ao topo a pé, a segunda foi toda trepada em cima da bike.

Aqui anda-se.

Mesmo sendo percursos na casa dos quarenta quilómetros, a altimetria positiva tem sido quase sempre perto dos mil.

FOTOS DOS DIAS:
2ª fEIRA 
6ª fEIRA 1º ÁLBUM & 6ª fEIRA 2º ÁLBUM

5ª fEIRA, NÃO HOUVE FOTOS, ESQUECI-ME DO ROLO!

As fotos falam por si!

domingo, 22 de outubro de 2017

MONTEPIO 2017

Boas companheiros/as do pedal

Hoje fui à minha segunda corrida, Corrida Montepio 2017. 

O meu objectivo era fazer os 10 km em menos dos 60 minutos. Objectivo esse alcançado, ainda tenho de treinar muito mais. A última vez que corri foi na 5ª feira, mas antes disso, já não corria há mais de três meses. 

Gostei da minha prestação. Quero e já estou a fazer por isso. Guerra à barriga, a nossa saúde primeiro. Só o btt não chega.

Tudo que faço é em prol do Cavaleiros do Pedal. Seja a correr, bicicleta! 


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Para o ano há mais, agora quero é baixar o tempo. 
Vamos ver como correm os treinos.

Abraço


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