quarta-feira, 14 de junho de 2017

APÓS GR33

Boas companheiros/as do pedal

Após umas semanas de ter terminado a Grande Rota do Zêzere e já recuperado do Empeno da travessia. 

Há uns dias voltei à carga, não tanta como na viagem, mas com alguma altimetria em tão poucos km, apenas 35, com 1200 Desnível positivo.

Carga viagem = bagagem "

Sintra
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Este sábado fui a andar para Sintra com dois amigos SObRE, e que voltinha, já tinha saudades de uma Sintrada, com muito singletrack, fiz outros que já nem me lembrava, e alguns novos, como o trilho das Pontes, muito louco.

Por momentos tive algum receio. A falta de hábito, foi o meu obstáculo. Passado uns minutos, lá entrei no esquema e lá me fui divertindo.

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Trilho das Pontes
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Depois desta volta espectacular, e que saudades tinha de fazer uma Sintrada. Ainda deu para visitar o Abano. Na progressão à descida do Abano fiz uns troços diferentes ao que estou habituado, não eram tão técnicos, mas o vento que estava, não me sentia tão à vontade. Por vezes tinha que desmontar, para me sentir seguro.

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Nesta descida, nunca tinha ido tão longe, 
o resto ainda é muito técnico para mim
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No final da descida do Abano, fomos dar à praia, e já lá em cima, ainda havia um bom teste à nossa resistência, no topo depois do restaurante que há ali, já no estradão só podes ir para dois lados, se fores pela direita vais dar à nacional que te leva ao Guincho e à Serra da Malveira.

Se fores pela esquerda, tens ali uma bela trepa, com muita pedra, e como é contínua, é um enorme teste à tua técnica e endurance. Depois vais dar ao Campo da bola da Serra da Malveira e à mesma estrada que me referia à pouco, no paragrafo acima.

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A última foto antes da trepa triunfal
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Fim do Passeio

Um agradecimento ao e ao Piefra, pela manhã fantástica, Grande Abraço
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Isto foi no Sábado, no domingo a história foi diferente. Tinha uma maratona para fazer, mas em velocidade de apoio, e cruzeiro. Fui acompanhar o Dionísio, para ser sincero, pensava que ele estivesse andar um pouco mais.Infelizmente deu muita queda e quebra imenso o nosso ritmo, vá lá que as mazelas não foram graves. 

Como ele diz, em modo irónico,  - Eu e o Chão temos uma relação muito próxima 

Nunca tinha demorado tanto tempo a fazer 24 km, foram mais de 4 horas, é assustador. Com o Dionísio tudo é possível. Tiro-lhe o chapéu pela força dedicada ao btt, garra e persistência e alguma maluquice à mistura. Fez os 36 km em 06h30, é de loucos, mas fez e acabou com imensas quedas. E a maior na parte final. 
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A Celebridade
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Vasco
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Nós com o Dário
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Sei que o ajudei imenso, tudo que é hoje, é graças à sua dedicação ao desporto, dei apenas um empurrão, está bem, um grande empurrão. Ele fez o resto, e está a fazer. 

Bom miúdo com os seus problemas, como todos nós. Coração Enorme. Amigo do seu amigo.

Todos erramos, todos temos tectos de vidro, não somos ninguém para o julgar. Antes de o fazerem analisem tudo, olhem para vocês, e ponham-se no lugar dele. Apenas isso, não há seres perfeitos, nenhum de nós o é.

"Sei que tenho uma grande amizade, por vezes chateio-me demasiado com ele, sou arrogante e muito critico, mas ele sabe que pode contar sempre comigo e eu com ele."

Para quem não o conhece, podem procurar no Facebook, como Dionísio, um Bttista Diferente!
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Deixo-vos aqui os links da maratona 3ª Edição BTT Azoia

Cliquem Aqui - FOTOS

Cliquem Aqui - VIDEOS
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Este ano ainda quero fazer a Rota dos Castelos. A inscrição terá de ser feita até ao fim deste mês. A rota só irá ser em 23 e 24 Setembro, até lá, há que continuar a treinar. Consegui reunir um bom grupo, ao todo somos 5 pessoas. 

Não há classificações, não há pressa, é para desfrutar ao máximo os locais onde iremos passar, como visitar os Castelos que fazem parte desta rota. Interessante não é, estás à espera do Quê? Abre o link que menciono no inicio e terás todas as respostas às tuas questões sobre o assunto.

Cartaz
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ThE EnD

terça-feira, 25 de abril de 2017

TREINOS

Boas companheiros/as do pedal

A um mês de duas travessias seguidas, apenas com um dia de descanso de intervalo entre travessias.

O meu treino tem sido, ir para o trabalho  e voltar de bicicleta, e há dias que o regresso tem sido feito de outra maneira. 

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Normalmente, ir e vir não chegam aos 30 km, no entanto, faço 400 D+, e boas médias, sempre na casa dos 24 a 25km/h.

No passado domingo e hoje, há Monsanto no regresso. 

Treinar um pouco no nosso ambiente natural é sempre outra coisa. 

Infelizmente a deslocação é sempre feita por estrada, e todo o cuidado é pouco. 

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Nem todos os dias dá ou há paciência para vir de bike. Quando não vou, ao chegar a casa, vou correr sempre uma hora, ou um pouco mais, dá sempre mais de 10 km.

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Hoje é dia de treino, já vim, e no regresso vou primeiro a Monsanto fazer uns trilhos e depois regressar a casa. 

Amanhã será dia de corrida, e depois na sexta-feira, em principio de irei ao Gym, ando ressacado de Spinning e de Bodypump, preciso deste complemento, a bike e a corrida não trabalham tudo.

No entanto, o próximo fim de semana vai ser repleto de bike, primeiro no Sábado, a estreia do Johnny em Monsanto, e depois no Domingo, o grupo da grande rota do Zêzere junta-se finalmente, dias antes da grande aventura. 

Como ando a treinar com a Y, ela anda que se farta. Só falta afinar pouca coisa. 

Veremos como corre hoje, inté!

sexta-feira, 14 de abril de 2017

TRALHOS

Boas companheiros/as do pedal

2ªFeira, dia 10 Abril.

Eu e o Nuno, fomos fazer um daqueles passeios que gosto, o Nuno anda a ficar com o bichinho das travessias. Ainda bem, é sempre bom ter companhia e quanto mais um amigo de infância.

O plano inicial era fazer Setúbal a Lisboa, mas sempre ou quase sempre fora de estrada, o que é impossivel, mas tentámos.

Isto
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Encontrámo-nos cedo na estação Roma-Areeiro, e apanhámos às 06h42 o comboio da Fertagus para Setúbal. A viagem demorou pouco mais de uma hora. 

Train - ida
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Ao chegar à terra do Bocage, fomos forrar, digámos, fui forrar o estômago. Ficámos ali numa esplanada mesmo à frente da estação, e depois começou o nosso passeio, e sem contra-relógio, é destes que gosto de  fazer, e que demoram o dia todo.


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Depois fomos na direcção da Arrábida, fizemos um pouco de estrada até entrarmos na Serra, junto à Comenda. Zona que já conhecia, para o Nuno foi quase tudo estreia de bike.

Setúbal
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Daqui dava para ver a enseada da Comenda
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Últimos Ajustes
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É para ali que vamos
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Ao entrar na Serra, apanhámos algumas poças, se é para fazer travessia, é para sujar, não há como evitar, podemos tentar, mas é impossivel chegarmos sequinhos e limpinhos a casa. O primeiro obstáculo que apanhámos foi um pinheiro tombado, e que pinheiro, ainda deu para trepar, e tirar umas chapas.


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Lá prosseguimos viagem, fizemos mais estrada no inicio, para fazer ligação à Arrábida, a maior parte da zonas que cruzei, já as conhecia. Ao entrar mais no mato, houve uma zona em particular que me fez lembrar uma das etapas da Via Algarviana, na saída de Salir, no 3º dia.

Arrábida
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Saída de Salir
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O Nuno tinha comprado um pack de sobrevivência na Loja Yupik, em Xabregas, é uma excepção a publicidade, há boas referências a esta loja. Esse Pack contém, um almoço, alguns pós.

Como por exemplo, café solúvel, sumo de laranja concentrado, açúcar, uma tarte de maçã, talheres, entre outras coisas que não me recordo.


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Parámos aqui para experimentar o sumo de laranja e da tarte
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Pouco depois entrámos numa zona mais técnica devido ao estado do terreno, cheio de pedra embutida, um perigo se nos distraímos, e foi aí que houve o primeiro dos três tralhos, e que tralho, felizmente não foi grave, um novo carimbo perna do Nuno.

Na foto não se percebe a dificuldade da subida
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Zona do Espeta
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Dói só de ver
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Poucos quilómetros depois, iniciámos a subida à Varanda de Sesimbra. Estava expectante à minha prestação, pois já tinha tentado subir pelo menos duas vezes, e sem sucesso. Agora estava com um andamento diferente, e com uma cassete diferente, em vez de 36, tinha o 42 dentes. "Para os leigos, quanto maior for, menos força fazes e para trepar, é o ideal"


 É até ali
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Mesmo assim não foi fácil, muita gravilha e a inclinação não ajuda, mas foi à terceira que foi de vez. Uau que conquista, fiquei radiante. Depois só tive de aguardar pelo Nuno. Não tem mal fazer-se à mão, e mais a bicicleta sem pedais de encaixe dificulta mais a sua progressão. 

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Uma das várias Pedreiras que existem nesta Zona
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Houve uma altura que deixei de filmar e tirar fotos, pois precisava das duas mãos, caso contrário não teria conseguido

Conquista
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À espera do Nuno
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Lá vinha Ele
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Varanda de Sesimbra
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Lá fomos nós, continuação do passeio, ainda havia muito para ver e andar, e para tralhar, foram só mais duas, e minhas. Pouco depois de termos contornado a pedreira, e com esta linda frase, como o Nuno frisou, - Eu gosto é de ter um bom professor, que dá a teoria de a pratica logo a seguir!

Antes, viro-me e digo... Nuno dá-me espaço, não andes tão colado à minha roda. Imagina que caio e passas-me por cima... Logo a seguir! Caio  KARMA

 Sabia lá que pouco depois malhava eu!
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Dói Dói no joelho
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Local do crime
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Depois fomos dar a Santana, fizemos um single muito louco, e depois dêmos à estrada que liga Sesimbra a Santana, aí o track mandava-nos ir o Castelo, mas como já conhecíamos, optámos por ir à praia molhar as perbas e limpar as feridas. Se estivesse um pouco mais de calor, dava um mergulho, e só não o fiz porque não havia chuveiros, para limpar o sal.

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Com tempo é outra coisa, desfrutas muito mais
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O pior vinha a seguir, digámos, o pior já tinha sido, a subida à varanda, esta a da lota era 2ª e última mais lixada, tivemos sorte que o Sol não estava a queimar muito, e até aragem estava fresca, neste aspecto nada a reclamar. Mais uma vez fiquei super satisfeito com a minha prestação, todo o esforço que faço nos meus treinos a dar resultado esperado.

Inicio da Subida da Lota
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Antes
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Durante
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Primeira parte feita, 
não segunda não houve fotos, precisei das duas mãos.
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Vista brutal  de Sesimbra
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Lá vinha o Guerreiro 
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Depois prosseguimos para estrada, a localidade era Azóia. Fizemos um bom troço de estrada, depois virámos para outro de terra batida e quando esperava continuar no mesmo estradão, o GPS mandava-me para um single. 

Não conhecia, é pá, brutalissímo, muito fechado com a vegetação, um pouco técnico devido ao estado do terreno, pedra embutida no chão, e daquela afiada, com algum azar à mistura rasgava os pneus. Pouco depois, passámos numa zona de falésia e decidimos ficar ali para almoçar a Ração de Combate.

Digam lá se não tem uma vista deslumbrante
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Já estava a cozinhar
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Digo-vos uma coisa, DELICIOSO
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Muito bom mesmo, já não posso dizer o mesmo do café, intragável. Ali também não havia opção. Continuando para o nosso primeiro objectivo, o farol e o convento do Cabo Espichel, ao lá chegar tirámos poucas fotos, bebemos uns sumos de cevada e prosseguimos caminho para a Lagoa de Albufeira.

Já no Farol
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Desces ou  não, encheu-se de coragem e lá desceu 
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Nóis 
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Convento
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Uns quilómetros depois de prosseguirmos com o nosso caminho, havia uma descida não muito técnica, mas no final com uma curva acentuada e com várias entradas, optei pela pior e o pneu da frente resvala e caio desamparado, fico sem chão, o terreno era inclinado, ainda tinha o pé direito preso e assim fiquei no chão, a imagem não é falsa, nem foi inventada a queda, felizmente, mais nada me aconteceu, só risquei o cromado.

Queda
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Ao chegar à Lagoa,
 fizemos mais uma pausa para repor energias
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Cromado riscado
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Momento de distracção
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Depois, ainda fomos até à Lagoa, literalmente, andámos à borda, não tanto quanto queríamos, a maré estava a encher e não dá muito jeito andar dentro de água, eh eh eh. Seguimos o track e fomos dar ao pantanal que ali existe, foi uma carga de trabalho para sairmos dali. Trepámos mesmo um morro e ao chegar à estrada, optámos ir para coina em de seguirmos track até à herdade da Apostiça, esta levava-nos até à Fonte da Telha e depois íamos até à Costa e Trafaria, e assim terminava a nossa travessia, neste caso acabou em Coina.

Train - Regresso
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