terça-feira, 27 de agosto de 2013

Arrábida - o regresso dos Cavaleiros

Boas companheiros/as do pedal

Neste domingo, os Cavaleiros do Pedal voltaram à Arrábida por convite da Beta. Encontrei-me (Ric@st) com An@ F, no entreposto da BP de Moscavide. O Manel já estava à nossa espera, no local estratégico, na entrada da Ponte de Salazar.

Ao cruzármos com o Manelito, lá fomos todos juntos para  local de encontro - Azeitão. O grupo era composto por mim, a Ana e o Manel. O Ângelo como tinha ido fazer a travessia Setúbal - Alcácer do Sal - Setúbal com 160 km, ficou em casa a descansar.

Regressando à Azeitão, tomámos um café e um grande pastel de nata, hum, estou com água na boca, Delicioso!

Voltando ao passeio, foi para isso que me levantei tão cedo. Não vou falar em nomes de locais, porque mesmo que quisesse, também não sabia. Posso dizer-vos alguns locais por onde passámos.

Pelas contas dos nossos guias o passeio teria 50 km, Fomos de Azeitão até Palmela, seguíamos pelos moinhos  depois a estrada das Oliveiras até à Comenda. Aí, fazíamos uma pequena pausa.

E prosseguíamos até ao Fim do Mundo. Lógico que andámos um pouco mais.

À chegada de Palmela, Parámos um pouco junto à rotunda. Havia imenso pessoal andar. Quando começo a reparar melhor e vejo pessoal conhecido da Fidalbyke e vou ao encontro deles. O engraçado é que vejo uma moça com uma Jersey igual à minha, era a esposa do Nunes. Fui direito a ela é perguntei-lhe assim sem mais nem menos, se a Jersey estava boa! Eh eh

Madalena - Nunes - RiC@st - M@nel

Cumprimentei-a e aos demais presentes. Também lá estava o Nunes, que tinha estado no dia anterior na travessia de Alcácer. Haja pernas!

Há Cavaleiros do Pedal em todo o lado! E há-de haver mais, fizeram-me logo mais duas encomendas. Em Setembro já se sabe, sai mais uma fornalha. 

Continuando, lá fomos nós, como Dom Quixote de La Mancha contra os moinhos! Adoro aqueles trilhos a subir, com muita rocha, dá imensa luta. Fizemos uns singles, junto ao fio dental e à temida Cai de Costas.


Dom Quixote a preparar a lança, e iahahahahaha

Como pensava que nunca tinha feito e estava curioso, fui atrás do Allan e do Fernando. No decorrer do single, reconheci, já lá tinha passado mas já fazia anos.

Ao chegar ao fim desta, fomos ao encontro do resto do pessoal. Prosseguimos o passeio, em busca da Comenda. O dia está um espectáculo podemos dizer, antes um dia de Praia, e nós a comer com pó, muito pó. No meio do passeio mudámos todos a cor dos pneus, não desgostei.

Fernando a testar o peso da bike da Beta = Pluma

Depois mais à frente, quando saímos da estrada e entrámos novamente em terra, o grupo partiu-se por uns breves momentos, e só se encontrou na Comenda. 

Mini pausa. Recuperar energias, barras, géis e uma fruta.

Tô Xim

Tróia À Vistaaaaaaa

Tô Xim, outra vez

Ei-los

An@ F com a sua Jersey sem Mangas - Exclusiva 

Energias respostas, e toca a pedalar, voltámos ao pó. Eh eh siga viagem. O ambiente era muito bom, o pessoal estava animado.

Detesto estar a relatar passeios, e não conheço os nomes dos locais por onde passo.

Continuando!

A nossa anfitriã tínhamos falado da Subida o Fim-do-Mundo. Fiquei curioso, ao sairmos do asfalto e ao entrar em trilho, começamos logo a subir, mas não era nada de especial! Pelo que percebi, o Fim-do-Mundo, é uma subida que tem alguns patamares de descanso, se assim posso lhe chamar.

Mas nem tudo são Rosas, mais para o fim do Fim-do-Mundo, é que começa a doer, e aqui temos, ou pelo menos eu tive de chamar Avózinha! Já no final desta, é que comecei a ver, aonde é que realmente estava. Não me perguntem nomes, que não faço ideia.

Ainda estávamos no inicio do Fim-do-Mundo

Altamente a paisagem 

toca a subir 

An@ F, já no final do Fim-do-Mundo

Fogo, disseram-me que havia pinhões, onde estão? 

No final, ainda estivemos a falar com um Sr com 73 anos, que andava a correr de tronco nu e que ficou envergonhado de estarem ali três senhoras e ele naquele estado, tronco nu! Eh eh


Pouco depois, despedimo-nos do Fernando o homem da Seven. Pouco depois já estávamos no local de partida. A Ana estava cheia de fomeca e estava com esperança que ainda houvesse um pastel de nata, daqueles muito saborosos. Teve azar, mas também ficou bem servida com um rissol de camarão.

Chegada ao ponto de partida

Despedimo-nos novamente, desta do Allan e da esposa e da nossa anfitriã.

Digo-vos uma coisa, passeios assim, não me importo nada saltar da cama, Independentemente da hora.
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The End

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

A-Gosto

Boas companheiros do pedal

Hoje peguei na bicicleta, depois de ter ido ao talho, e à padaria. No inicio da volta fui a Sacavém dar uma limpeza à bicicleta. Lavadinha a menina, fui andar sem destino... ...passei pela Expo, e fui até Belém sempre junto ao Rio.

Passei para o outro lado da marginal, junto ao museu da electricidade. Quando cheguei ao outro lado, parei um pouco, comi uma barrinha energética, e à minha frente tinha a primeira subida da volta de A-gosto, a calçada da Ajuda. Custou, mas soube bem no final... como sempre


Já no fim. Ufa, o que custou!!!

Ao concluir este interminável declive, cheguei à Mata de Monsanto, para um Puro Btt. Sempre a rasgar, e bem. Diverti à brava, era tudo meu, não havia ninguém, nem mesmo a correr. Parecia o meu quintal privado, era bom! eh eh eh

Bonita a paisagem

Também quero aparecer, eh eh eh 

Depois, lá fui eu andar mais um pouco, e nova paragem. Anfiteatro Keil do Amaral, e para não variar, mais uma  foto. 

cada ficava mais convencido, que aquilo tudo era meu... 

Deve ter sido a primeira vez, que andei em Monsanto e não se via absolutamente ninguém. Eh eh eh, temos pena. Depois, fui até ao caminho que Os Metralhas Btt arranjaram, e segui para a ponte pedonal, para a sede do Metralhas no Lumiar, fui lá buscar uns pedais M530 - Iguaizinhos a estes;

Acabaram-se as dores nos pés

E esta hein?

Fica aqui o Track 
Cliquem = A-Gosto




terça-feira, 23 de julho de 2013

2013/14

Boas companheiros do pedal
Ainda há tanto que quero fazer este ano. Ultimamente, têm-se feito por este pedaço de terra que chamamos Portugal, tantos passeios que gostava de ter participado, e por motivos profissionais não os fiz.


Na calha está a volta do empeno, chamei-lhe assim a travessia criada pelo Carlos M. dos Maníacos do Pedal, com quase 130 km e 3000 de acumulado. Caldas da Rainha - Fátima, com passagens pelas Serra dos Candeeiros e Serra de Aire.



Os outros dois, não fui por motivos profissionais. Estou-me a referir ao passeio dos 3 Castelos na Arrábida e o do passado sábado - 5ª Volta ao Concelho de Mafra - Btt. Pelo menos, antes do terminar este verão, quero ver se os faço. Depois disso, venha o que vier que é muito bem vindo.


Quero tanto fazer isto
-
- TRAVESSIAS -

Em 2014 quero fazer algo mais sério, nesta ordem, 1º -  Caminho Francês de Santiago e em 2º - Via Algarviana.

O Caminho Francês, estou a programa-lo para o meu 1º Período de férias, em principio será em Maio. Este tem uma logística mais elevada. Primeiro ponto, a ida, só pode ser feita através do Comboio Sud Express, e o bilhete não é nada convidativo. Depois como quero fazer pelo menos 9 etapas+Ida + Regresso = 11 dias.
Se houver alguém interessado nesta aventura épica, comentem esta crónica, para se puder acertar datas.

EtapaS


Via Algarviana, essa será para o meu 2º período de férias. Ainda não sei quando vai ser, mas como é uma travessia de poucos dias, apenas 4, 5 a contar com a viagem de regresso. A logística também será menor em relação ao Caminho Francês. Em relação a esta Via, só há um problema, é os lugares para pernoita, tenho de estudar bem a situação.
EtapaS

Se houver alguém disposto a isto tudo, será muito bem vindo. Caso contrário, vou sozinho. 


-Lista Material-

Com esta última aventura pela Costa Vicentina, aprendi algumas coisas, que não vou prescindir.
-Este Material é para Acrescentar na Lista-
2 Seringas para o líquido selante; 


1 Jogo de Tacos, nem sabia que tal coisa existia; 

1 Garrafa com líquido; 


2 Câmaras-de-ar;


2 Garrafas de CO2;

Em ponderação, um pneu substituto.
 Parece muita carga, mas prefiro assim, do que ficar pendurado.


Ao longo destes anos, a fazer travessias, criei uma lista que estou-me sempre a servir dela. Engraçado que ao longo do tempo, fui fazendo alterações, com a experiência que adquiri.  Mostro aqui a última, com imagens adequadas à minha bagagem.
Ei-la
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...Agora é esperar...

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Nocturno da Coruja

Boas companheiros,

Ontem, nós Cavaleiros do Pedal, aceitámos o convite dos Metralhas btt e juntámo-nos a eles, para mais um passeio, desta vez um nocturno no Monsanto.

Confesso-vos que já tinha falado com Zé sobre fazer um nocturno em Monsanto. E há algum tempo que ponderava fazê-lo.


Só ainda não tinha feito, porque não havia companhia. Cambada de cortes, nocturnos só na cidade.

Encontrámo-nos no parque de estacionamento do Fonte Nova, e daí seguimos para a Ponte pedonal de acesso a Monsanto.

Para não variar, lá fomos nós para a subida das raízes. No cimo desta, já não fomos pelo caminho habitual, que era a subir pela gravilha.

Foi feita uma alteração de percurso, mas não nos safamos de subir um bom bocado. Quem tinha frio, deixou-o de ter. Fizemos muitos trilhos já conhecidos mas de noite, tudo se torna novo.



O Zé veio na mesma e nem sequer trouxe luzes nenhumas, mas não era o único maluco. Aquelas luzes nipónicas são um ESPETÁCULO. . .


Quando os via a enfiar numa descida sem luz, até me benzia, que nada de mau. lhes acontecesse.


Em termos de avarias, houve só uma. Foram dois furos no mesmo pneu e ao mesmo bttista. Reparação feita e dois picos retirados do interior do pneu, lá fizemos o regresso aos carros sem mais nenhum incidente.

Mais um passeio feito, e com desejo de o repetir em breve.

Da próxima vez, levo a Luz é na cabeça, presa ao capacete, nunca mais a levo no guiador da bike.

Continuação de boas pedaladas

domingo, 7 de julho de 2013

Cabo da Roca

Boas companheiros

Este Sábado a convite dos Ac Fidalbyke, fomos ao Cabo da Roca. Até tivemos direito a um pequeno dorsal alusivo ao evento. 


Estava um pouco ansioso, porque tinha um objectivo antigo por concretizar. Sair de casa, ir ao guincho e voltar, e aqui iríamos fazer muitos mais quilómetros. Nós íamos ter com eles ao Terreiro do Paço. 

Já no Caminho
 

Então a Volta consistia em sair do Terreiro ou da Expo = Ângelo, Moscavide = Eu, e fazer a Marginal toda até Cascais, aí parámos no mercado de Cascais para abastecer de água e alguma fruta. 

Mercado Cascais

O trilho começou a poucos metros, de termos saído do mercado, e o local fez-me lembrar um pouco as fotos que vi da Maratona de Tábua. Havia umas pontes de madeira na entrada do trilho.

Tábua da Linha
 

 Eu e o Manel, mantivemo-nos no fim do pelotão. À nossa frente ia um rapaz, que soube mais tarde que era o primeiro grande passeio dele e de um outro amigo. Uma pequena descrição do trilho que tínhamos iniciado, era single adjacente a uma ribeira. 

Haviam umas canas à direita, o troço devia ter um metro de largura, e no lado esquerdo havia um pequeno murro, que dividia o troço da ribeira. O rapaz que ia à nossa frente desequilibra-se e bate com a roda da frente no tal murro. Por momentos pensava que ele ia pôr o pé no chão e equilibrar-se. É pá, foi o oposto, tombou para dentro da ribeira. Aquilo tinha +/- 1,80m de altura. A sorte dele, é que caiu no único sitio que não tinha pedra. 

Saltei de imediato ao seu auxilio, e ficámos contentes por ele estar bem. Ganhámos apenas para o susto. A bike dele, sofreu uns arranhões e o pneu traseiro rebentou a camara de ar, e entortou um pouco o aro. Problema resolvido, e continuámos caminho. Depois do grupo estar todo unido continuámos o passeio. Daqui, iríamos até a Malveira da Serra, apanhámos algum trilho e algum alcatrão.

Já depois da queda - o J estava um pouco combalido, é normal!

O calor já se fazia sentir, pouco depois de termos passado a placa da Malveira da Serra, prosseguimos e parámos ao lado de uma fonte, para repor energias e esperar pelos restantes companheiros. Mais um vez unido, lá fomos nós os 3 Cavaleiros do Pedal, adiantar caminho e mais uma subidinha, com uma paisagem espectacular . Ao chegar à Azoia, só apetecia era papar. 

Depois do Almoço, estivemos a descansar um pouco fora do Café onde almoçámos. O Manel, como jogava em Casa, lá encontrou umas pessoas amigas e esteve a confraternizar um pouquito, também foi apanhado por um paparazzi que ali andava.


Pouco depois, lá fomos nós para o Cabo da Roca, para a dita foto da praxe. O que íamos descer, sabíamos perfeitamente que tínhamos de subir novamente. Foi aí que começou a correr mal, para o meu lado, antes de iniciar a dita subida, tomei um gel, mas como estava guardado na bolsa de trás do Camelbak, aqueceu e ao beber estava mais liquida do que o costume, e tomei na mesma. 


Pouco depois, de o grupo de reunir outra vez, alguns foram pela estrada, enquanto os mais destemidos, quiseram ir pela descida do Abano. Logo no inicio dessa descida, houve mais problemas que no resto do passeio. Um espalho, duas correntes partidas, duas não, uma. A Outra o Elo estava mal colocado e saltou.
Pouco depois o grupo separou-se, porque uns queriam seguir o track do GPS e o Manel, como conhece muito bem a Zona, eu e o Ângelo e mais um membro dos Fidalbyke fomos com o Cavaleiro da Laranjinha.

O pior veio aqui, o Gel, fez o efeito, mas dê-me cabo do estômago, comecei-me a sentir indisposto e com vontade de deitar algo para fora. Foi mesmo aí, parei, pus os dedos à boca, e vamos lá chamar o Gregório, mas o gajo não queria aparecer. Foram momentos muito maus, estava imenso calor, sentia-me fraco. Queria muito fazer aquele trilho. Já andava a chatear o Manel há imenso tempo para o fazermos, e depois acontece-me isto, DASSSS

Nem tudo ficou estragado, o GreG lá quis aparecer e ao sentir-me um pouco melhor, lá fomos nós, bem, este nós, éramos apenas os Cavaleiros do Pedal, é que o outro elemento dos Fidalbyke ficou com saudades do pessoal do seu grupo e foi ter com eles. Ele nem sabe o que perdeu!!! 

Grande malha de descida... sempre a fundo e com muito cuidado. Ao chegarmos à praia do Guincho, fui tomar uma águinha das pedras, que fez maravilhas no meu estômago e assim continuámos viagem. O único problema, é que não conseguia ir até Lisboa a pedalar, quando fazia um pouco de esforço, parecia que levava um soco na barriga e só me apetecia chamar novamente o GreG. Então apanhei o Comboio até ao Cais do Sodré e aí encontrei o J e mais o amigo Pedro. Estivemos a falar dos problemas que nos deram.

Chegada a Lisboa, fomos todos juntos até ao Terreiro do Paço, onde se encontravam os restantes membros da Fidalbyke e o Ângelo. 

Lá fomos nós para os últimos quilómetros. O Ângelo deve ter feito uns 130 km, eu fiz apenas 87 km. É a diferença de ter apanhado o comboio, mas valeu o companheirismo.

Uau




segunda-feira, 1 de julho de 2013

Enduro

Boas companheiros do pedal

Estou com alguma curiosidade de me iniciar no Enduro... Não é bem iniciar  é mais experimentar!
A culpa disto é do Manel.

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