sábado, 19 de outubro de 2013

FORTE ALQUEIDÃO

Boas, companheiros/as do pedal

Finalmente realizei o tão desejado passeio ao Forte de Alqueidão

Bem, este passeio a que me refiro, era uma volta que queria fazer há imenso tempo. Estava tão curioso com a visita ao tal forte, como com o percurso.

Como não conheço nada, o GPS é o meu auxiliar, e tanto os Maníacos como Os Metralhas BTT são os meus fornecedores de tracks favoritos.

Esta volta que realizei ontem com a An@ F e o Nuno, são duas numa só, daí o grau de dificuldade.

Então vamos à crónica.

Local de encontro - Estação da CP de Moscavide, às 07:30, 18 Outubro 2013

Iniciámos em direcção a Sacavém, vindos de Moscavide, deu para aquecer um pouco. A manhã estava fresca, o sol ainda espreitava.


Chegando a Sacavém, fomos ao café das louras, para um cafézinho. Já com o estômago reforçado, seguimos rumo à Vacaria de Unhos, daí seguimos pelas lezírias até à Mata do Paraíso. 


Na introdução à Mata, eu queria ter feito outro caminho, mas optei por um mais fácil, que ainda faltavam muitos quilómetros. Faço noutra altura.

Continuando.

A entrada na Mata foi feita devagar, ninguém ia ganhar nenhum prémio de montanha. O Nuno e a An@ F estiveram bem, nem se notava que não andavam há algum tempo.


Subindo a Mata, fomos até à conhecida descida TIRA DENTES!

Passando a vedação, o Nuno foi um pouco à frente e a Ana um pouco mais atrás, o que originou um desencontro.
Eu avisei o Nuno que era para trás, mas ele não deve ter ouvido devido ao forte vento que ali se sentia.

Entretanto virei à direita no Drop para iniciar a descida. Um pouco depois, há ali, para quem conhece a zona, um Drop com um ângulo de 90, e o acesso ao dito Drop ou se faz a pé ou ganha-se um pouco de coragem e seja o que Deus quiser.

Foi nessa última que me aventurei, e podia ter corrido pior. Assustei-me e a bike empinou, xi que cagaço que apanhei, estava a ver que ia parar às pedras, a minha sorte é que deu para me lançar para o lado, e assim evitei males maiores.

Depois do susto, notei que não vinha ninguém atrás de mim e achei estranho. Voltei para trás, e avisei-os que era onde eu estava.

Passado o maldito Drop, dava para escolher, ou ir em frente para o Tira Dentes ou virar à esquerda para o alternativo.


Fomos no alternativo, para mim sem dúvida que é melhor que o outro, em todos os aspectos. Dá para circular à vontade, não vamos a maior parte do tempo assustados com a inclinação do trilho e tem um vista espectacular.


Durante a descida, tivemos o trilho bloqueado por duas vaquinhas. Com meia dúzia de berros, subiram logo o Monte.


No final, este mega singletrack, ia dar à estrada e à entrada de Bucelas.

Efectuámos uma paragem para o reforço e lá fomos nós para o desconhecido. A meio caminho do Forte, sentimos as primeiras gotas do dilúvio que apanhámos até ao fim da volta.

O tempo aqui estava incerto, ora pingava, ora chovia muito.

Passámos pela Rua da Galhofa, que nome caricato, original, eh eh...


A começar o track do Forte em Bucelas, pensei que o Forte estivesse a meio do caminho, hum... Não era bem assim
Continuando o caminho, passámos pelo singletrack da "Lombriga", muito louco, e aí apanhei mais um susto. Um pouco de velocidade e a roda da frente enfiada num pequeno rego  e a bater na parede esquerda, consegui domar a fera e evitei uma queda.

Quando cheguei ao fim, fiquei à espera do Nuno e da Ana. Logo depois, veio a sessão fotográfica, que galhofa...


 WAZZUP

Bem, que confusão, como não tenho as fotos para me orientar, agora não sei se a Rua da Galhofa é antes ou depois deste single da Lombriga.

Whatever

O percurso até ao Forte foi muito bom. Havia um pouco de tudo. Calçada medieval ou romana, não sou nenhum expert na material, mas aquilo não era do nosso tempo.


Quando vi as placas a sinalizar alguns Fortes, pelos vistos existem ali uns três, nos mais tarde irei passar com um pouco de mais tempo, e visitar.


A Ana estava-se a guardar para esta subida

Fiquei satisfeito, estávamos a chegar ao tão desejado Forte. O que estragou em parte a nossa visita foi o tempo, não deu para ver a paisagem espectacular  e estava imenso frio. Mas deu para tirar as nossas fotos da praxe e depois prosseguimos caminho.


Nuno estava com fominha

Já está An@

Conquistado 

Naquele momento, queríamos era um café, uma tasca, um local onde se comece alguma coisa.

O Sr presidente dos Metralhas, que criou este percurso, é um espectáculo  no regresso do Forte, a meio do percurso há um Restaurante - até parece que está de propósito, thanks JP


Comemos bem.

Voltando ao passeio, estava a correr tudo bem, até que o Nuno foi obrigado a parar, problemas técnicos, a mola das pastilhas estava fora do sítio.


 Oficina improvisada 

Dilúvio
Parámos e abrigámo-nos da chuva, aquilo era um dilúvio.

Sem conseguirmos reparar, fomos por estrada até Bucelas e depois continuámos até à loja de bicicletas PINABIKE em São Roque, perto do Infantado, Loures. Entretanto o problema foi detectando, o bombito estava avariado.


Ainda estivemos imenso tempo na loja. Bem, aquilo é só máquinas, quase tudo Cannondale com lefty.


Entretanto, o Nuno disse que ia até à Póvoa de Santo Adrião, que a mulher ia lá buscá-lo, e foi aí que eu e Ana seguimos caminho.

Entrámos nas lezírias junto ao shopping de Loures e depois seguimos a estrada por Unhos até Sacavém, e para a Estação da CP.


Quero ser sincero convosco, fiquei um pouco chateado de não ter feito o passeio completo, mas é daquelas coisas que não há nada a fazer. Azares podem acontecer a qualquer um, desta vez foi ao Nuno. Haverão outras oportunidades, e certamente que o Nuno e Ana concordam com isso.

O primeiro objectivo foi alcançado, o Forte de Alqueidão foi conquistado pelos Cavaleiros do Pedal

Fim

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

UpUpDown2

boas companheiros/as do pedal

No último domingo, ficou combinado que este sábado - 05Outubro, eu teria de servir de guia, aos nossos amigos Ride On, e para sua recepção, escolhi a volta que fiz com a An@ F.

Ponto de encontro, foi escolhido a zona das Bandeiras, por trás do shopping Vasco da Gama, no parque das nações, às 08h30.


Bem, a hora era um pouco tardia para o habitual, mas houve uma excepção, porque os Ride On, são do Barreiro

Como anfitrião, tinha de ser o primeiro a chegar, pouco depois chegou o Paiva, mais conhecido no meio dos Brutalteam.



Pouco depois chegariam os nossos amigos da outra banda. Grupo reunido, e já se fazia tarde e arrancámos em direcção à Vacaria a caminho de Unhos.


Ao sair da estrada, passámos ao lado do portão, de acesso à Vacaria, e seguimos pelas lezírias do trancão, pouco depois, houve a primeira paragem, devido a um furo, o primeiro de muitos. Esta crónica até podia-se chamar o passeio dos furos, nunca tinha visto tantos furos, num só passeio e ainda por cima, sempre ao mesmo. Acho que nem o Paiva imaginou isso... É o que dá falar em pessoas que nos podem agueirar a volta toda.

1º Topo à vista

Prosseguindo o caminho, ao chegarmos ao Zambujal, só conhecemos um sentido, UpUp... Era para aquecer... ... E que aquecimento

Ao chegar ao topo, não era o topo topo, mas estava perto, encontramos outro grupo de bttistas, um deles com uma bike de enduro, mas sem capacete... Weird - Madness

Whatever, a cabeça é dele!

Pedimos para nos tirarem a primeira foto de família, e pouco depois, seguimos nós o mesmo caminho, pouco depois encontrámos todos no início da mega descida, conhecida por a descida del toro


Se repararem bem, o da direita não leva capacete

Lá íamos nós em perseguição 


Não era mesmo o dia do Paiva, nem sequer me apercebi da sua queda.

Vá lá não se Magoou muito. À medida que o rapaz da bike de enduro estava a escolher o melhor local para se enfiar, vejo alguém a passar a 100, era o Joaquim, o líder dos Ride, na sua GT. Fogo, até me assustei!!

No final desta mega descida, iniciámos mais uma mega subida, junto ao restaurante dos pneus. Mais uma vez o sentido, era o mais habitual, UpUp.

 

No topo, chegamos à Central Eléctrica, mais uma descida e umas subidas à mistura, pouco depois, mais uma paragem e imaginem o que aconteceu, nem mais, mais um furo cobra, dois furos num só. O Paiva acabou com o stock de remendos, eh eh eh

Uau que paisagem
 


3ªParagem

Curso intensivo

Isto era da 1ª Paragem 

2ª Paragem 

Passado uns bons minutos, o pneu do P, estava operacional. Já havia pessoal com frio, mas logo logo havia uma bela subida.

O topo mais desejado, era o cabeço de Montachique, esse objectivo já aparecia no horizonte, mas antes de chegarmos lá, ainda paramos numa ruína, que já me tinha referido na primeira crónica deste UpUp-Down.

Suspeito, que aquela ruína, faça parte das Linhas Torres.

Forte Linhas Torres 

Cabeço de Montachique À Vista 

Reagrupamos e seguimos ao topo mais desejado

Íamos lançados

O grupo esteve sempre animado. Ao chegar ao início da subida do Cabeço. No fim desta mega subida, o Nunes fura, e até ao fim deste passeio, foi mesmo o último.


Furo do Nunes 

Tadinha de pernas para o ar 

Tiradas as fotos ao grupo e à paisagens

Queda do Paiva - ficou assim

O Joaquim a preparar a máquina para a foto da praxe 
Ei-la
Eu - El Cupra- Nunes - Joaquim - Bessa - Paiva 

Paisagem Loures no horizonte

A8

Epic Crow 








quinta-feira, 10 de outubro de 2013

59,20

Boas companheiros/as do pedal

Hoje foi daquelas noites, que passou bem, mas a uma determinada hora só pensava era no vale dos lençóis. Ao sair do trabalho, fui mudar de roupa pegar na bike e siga para casa. Ao chegar a casa, deu-me um vaipe e mudei de roupa bem rápido, vesti os calções, uma t-shirt do SCP, e pedi emprestado o GPS de pulso à minha Mulher. 

Saí de casa e andei um bom bocado até o GPS apanhar os Satélites, ao chegar à entrada de Moscavide, e foi lá comecei a correr... bem, a descer todos os santos ajudam.

Desci a rua e fui na direcção do Hotel Myriad, aí continuei sempre junto ao rio até Sacavém, depois subi como se fosse para o Centro de Sacavém, cortei à esquerda na rotunda junto à Robbialac e segui para Moscavide.

Estava-me a sentir bem, e em vez de terminar a corrida com 7 quilómetros, quis continuar e prossegui para a Portela, lá andei às voltas, para concluir os 10 quilómetros, meti na cabeça que era capaz de fazer um tempo recorde e um marco histórico como corredor, coisa que não sou, por enquanto!!!

No final fiquei super contente com a minha prestação, 10 quilómetros, em 59m 20s, e uma média de 5m 55s por quilometro... Fiquei muito entusiasmado, agora quero continuar... 

Isto não é nenhum abandono da bike, como não há roda fina, dou corda aos sapatos e corre-se, que é muito saudável

Eis o Marco Histórico

Agora sim, vou hibernar....

Beijinhos e Abraços



terça-feira, 8 de outubro de 2013

CDP & RIDE ON

Boas companheiros/as do pedal

No passado domingo, três cavaleiros aceitaram o convite, dos RIDE ON, para o passeio Trans-Lisboa.

O local de encontro foi no Terreiro do Paço, pois os anfitriões são da margem sul. Quando lá chegamos, já lá estava o Guia de serviço, o Rui João, também o conheci aí.

Apresentações feitas à parte, um dos nossos anfitriões chegou e finalmente o conheço, Joaquim Nobre o seu nome. Já tínhamos partilhado imensas ideias no Facebook, e infelizmente ainda não tinha tido oportunidade de o conhecer.

Finalmente tinha conhecido o fã número um da GT

Grupo completo e lá fomos nós, bem, de Cavaleiros, éramos como tinha dito três, Eu, o Ângelo e o Zé.

Primeira paragem Praça do comércio, junto à estátua de D José I, para a primeira foto de família.

Prosseguindo o passeio, passámos pela Rua Augusta e depois subimos a Av da liberdade, e continuámos a subir mas desta vez para o parque Eduardo VII.

No topo, continuámos pela ciclovia até à Serafina, aí estávamos praticamente em Monsanto.

Já no Quintal do Rui, lá fomos atrás dele. Fizemos algumas partes da maratona de Monsanto, as marcações no chão ainda eram visíveis.

Como já se sabe, Monsanto ao fim de semana, é quase preciso tirar a senha para se puder fazer alguns trilhos.

Num trilho que fizemos, cruzei-me com o Sr BornWild, o presidente dos Maníacos do Pedal, que ia com o seu filho. Costuma-se dizer que é de Pequeno que se torce o pepino. De certeza, que é o maníaco mais novo da história Maníaca.

Fizemos imensos trilhos que já conhecíamos, penso que os Ride On também, mas havia outros que eram estreia absoluta. Pouco depois o Rui, teve que se ausentar e passou-me a pasta de guia, aceitei o desafio e acho que escolhi bem o caminho final, desta epopeia lisboeta.

Ao sair de Monsanto, pela Ponte pedonal que passa por cima da radial. Fomos ao Don Giovanni repor energias.

Uma hora depois, lá seguimos a ciclovia com sentido Parque das Nações. Passado por Colégio Militar, a Telheiras, Campo Grande e Av do Brasil, mas antes disto tudo, quando estávamos a passar pelo Colombo, alguém se lembrou que queria ir ao estádio da Luz.

Eu torci km pouco o nariz, não tenho nada contra a instituição, só não curto adeptos fanáticos, sei que há em todo lado.

Mas fora das quatro linhas, vou lá na boa, não tenho problemas nenhuns de ir ao estádio, nem com o Clube em questão.

Foi uma paródia, a estátua do pantera negra foi a vítima. Eles estavam em maioria, mas havia ali dois infiltrados, um verdinho e um azulinho.

Dá para ver pelas fotos

Bem, só ali, deve-se ter gasto uns bons rolos, eh eh

Depois, lá voltamos à ciclovia, passámos por aqueles locais que me refiro lá em cima. Ao chegar ao fim da Av do Brasil, continuámos pela ciclovia que vai dar aos Olivais, aí passámos a Ponte pedonal que passa sobre a Av Marechal Gomes da Costa.

Aí descemos até ao Vale do Silêncio, tem lá uns singles muito loucos, tenho a certeza que o Joaquim e o Fausto adoraram aquele bocadinho de single.

Ao sair do Vale do Silêncio, vimos como estava o trânsito, bem caótico, estava a decorrer a meia, e a maratona de Lisboa Rock n Roll.

Ao continuar pela ciclovia, deparamo-nos com a falta de civismo dos peões, que insistiam em andar e não se desviarem de uma via que não lhes pertencem.

Penso que irá continuar assim por muito tempo. É uma batalha muito difícil de vencer.

Ao chegar à zona de chegada da maratona, fiquei pouco tempo com eles. Como ia trabalhar ainda, despedi-me e lá fui eu para casa.

Porque ia entrar às 23h30, para a primeira de cinco noites.

A crónica termina aqui, mas dia 12, o anfitrião somos nós, e os Ride On e mais uns tantos amigos, vêm experimentar o que há de bom neste lado, mais propriamente zona saloia.

Abraço e continuação de boas pedaladas

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