segunda-feira, 23 de setembro de 2013

É DESTA

Boas companheiros/as do pedal
 
 2014, quero fazer a minha maior travessia. Falo do Caminho Francês de Santiago de Compostela, sei que tenho sido chato nos últimos meses, mas está mais que decidido, é desta que vou mesmo.

A data escolhida será a última quinzena de Maio 2014. Penso que o tempo esteja um pouco melhor, não tenciono apanhar uma molha, nem torrar, mas tenho de ir prevenido para ambas as situações. Serão onze dias no total, dois deles, para a ida e regresso, os restantes nove, serão para a dita travessia.

Deixo-vos o programa de viagem
 
 
Continua para os preparativos

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

CDP - IX BTT TERRUGEM

Boas companheiros/as do pedal

No passado domingo, houve em Terrugem mais um passeio CDP. Infiltrámo-nos no IX Passeio de BTT, éramos três cavaleiros e duas cavaleiras.
CDP


No meio da multidão havia muitas caras conhecidas, entre o Ruy Matos da Sagres Team Btt, o Paulo Santos d'Os Levezinhos Btt e o Romano mais famoso de Sintra, o Pierfra do Clube BttLisboa.

Pierfra - Clube bttLisboa -

Os Levezinhos Btt

Ao todo eram uns 700 Bttistas. Para mim era estreia absoluta naquela maratona. Quando suou a buzina da partida, havia pessoal da frente que pareciam galgos a correr atrás do Coelho eléctrico.

Ruy Matos - Sagres Team Btt -

Partida

Lá fomos nós nas calmas. Eu fui acompanhar a Susete, volta e meia esquecia-me da companhia e lá ia eu picado, com um ou outro bttista, cena de gajo, o picanço, mas estes são saudáveis.

No decorrer do passeio parava um pouco e esperava pela Susete, mas ela insistia para que eu fosse mais à vontade, e depois quando chegasse ao primeiro abastecimento que esperasse aí.



Ordens são ordens, lá fui eu outra vez.

Não percebo muito bem, como há pessoal que vêm para estas provas e não trazem capacete, faz-me confusão, mas eles é que sabem, a cabeça é deles!

Eu não me considero nenhum pró, e estou bem longe disso, mas há gajos que não sabem mesmo andar.
Não andam e nem deixam andar.

Falo por mim, quando não consigo trepar uma parede, e se vem alguém com vontade de subir, eu dou passagem, nem que tenha de ir para o pior local.

Quero encontrar um adjectivo para classificar o meu estado, quando uma cena destas acontece-me, querer passar e o gajo que está apeado, está no melhor local de passagem e depois olham para nós, com aquele olhar, se eu não passo, tu também não passas... Dá vontade, não dá!

Eu perdi a conta de gajos assim.

Entrámos numa zona de arribas, aqui o trilho já era conhecido,  já tinha passado imensas vezes com o Manel, mas no sentido oposto no que estávamos.

Adorei, com subidas técnicas, com muita pedra, areia à mistura, e o obstáculo que não gostei muito, era os empatas, que não andavam e não deixavam andar. "Ahrrr só me apetecia arrancar cabeças, Da#*"

No fim deste trilho, íamos dar a um parque de estacionamento, que tem uma varanda sobre uma Praia. Fiquei aí à espera da Susete. Pouco depois, apareceu o mais recente membro dos Cavaleiros, o Filipe Neto. Pensava eu, que ele estivesse com o Manel e a Ana Fraga. Ele disse-me que eles tinham ficado para trás, a Ana não estava nos melhor dias.



No início tínhamos combinado, quem chegasse primeiro ao abastecimento esperava pelos outros.
O que nos dava uma margem boa para desfrutar um pouco mais no picanço.

Lá fomos nós os três. A Susete esteve sempre bem, tirando uma ou outra subida, não faz mal, antes assim do que a pé. Estas duas meninas têm mostrado uma enorme garra. Nem sempre têm disponibilidade para andar, mas o pouco que andam, andam!

A chegada abastecimento, no km 20. Esperámos pelo resto do pelotão, para puder seguir com o novo caminho. Energias respostas, lá fomos nós, pelo track dos 60km. Não fizemos tudo, o nosso objectivo era desfrutar o passeio ao máximo.

An@ F & Susete
M@nel
 Filipe 

Mas sem massacrar muito, então decidimos seguir pelos 60, atalhámos uns bons 15km e fizemos os restantes 15 que faltavam para acabar este passeio. Os 15 que atalhámos, era tudo na Serra. Que finta, o regresso à base era quase tudo plano, e fez-se muito bem.

Isto ainda fazia parte do Track dos 60

Aqui já não!

 Balde e Piaçaba encarcerados

De volta ao Track dos 60, aqui só faltavam uns 8km

No final, estávamos satisfeitos com o passeio. No total fizemos os 45km. O tempo é que foi imenso, mas não faz mal. Era um passeio, não íamos com intenções de ganhar nada. Cavaleiros/as presentes, RiCast; Manel; Filipe Neto; Susete e a Ana Fraga.

FIM

domingo, 1 de setembro de 2013

CDP - TAMPINHAS

Boas companheiros/as do pedal

Hoje estava ansioso para o 1º Passeio Btt Solidário das Tampinhas, organizado pela Sónia Ramalho. Este evento foi feito com intuito de ajudar um menino de três anos que tem paralisia cerebral. Bastava cada um de nós, levar ou tampas de plástico ou revistas e jornais.

A Beta emocionada com o menino

Um gesto muito nobre da organizadora, e já não é a primeira vez que o faz. Este pequeno Grande gesto irá melhorar a vida do Ricardo Bruno.

Bem Aja à Organização.
-
Agradecimentos feitos, vamos dar início à crónica do passeio.
Combinei com o Manel na bomba da BP do entreposto, às 07h45. A secretaria da organização ia abrir às 08h15, para levantarmos os nossos dorsais.

O Manel é como eu, prefiro chegar cedo aos compromissos, sejam eles profissionais ou de diversão.

Continuando, ao chegar levantámos os ditos dorsais e fomos colocar nas bikes. Ao aproximar da hora de partida, ainda havia imenso pessoal a chegar. Muitas caras conhecidas, outras nem tanto, mas o que importava mesmo, era que o pessoal se divertisse.

"Da minha parte e dos bttistas que chegaram comigo, tenho a certeza que estávamos de mútuo acordo.
Very Nice..."

Foi feito o agradecimento da Sónia aos presentes e tiradas as fotos de família, e que família, éramos quase 100, Belo número, não!?

À entrada do Clube, juntavam-se os milhares de tampas de plástico

Lá dentro entregavam-se os dorsais alusivos ao evento
  

Partida dada, e lá fomos nós a todo o gás. Estávamos frescos e foi sempre a dar. Fizemos uns bons quilómetros de asfalto, andamos numa zona nova, para mim tudo aquilo era novo, não conhecia a zona.

Big Happy Family

Passámos por um passadiço de madeira, ainda devia ter um ou dois quilómetros. Saído desse passadiço, seguimos por trilho e depois começaram os erros de navegação.

Antes do  Passadiço

Antes de chegar ao Passadiço 

Entrada do Passadiço

Trilho à saída do passadiço

Estes erros que falo, foram mais de não olhar para o GPS e seguir quem ia à frente. Depois toca a voltar para trás e rumar ao trilho certo.

Antes de começármos a subir, havia muito poucas pessoas, não quero estar a enganar ninguém, mas penso que à nossa frente fossem uns cinco.

Mais ao menos aí, comentei com o Manel. - Oh Manel, até quando é que achas que vamos aguentar este ritmo?
Ele respondeu, - Pouco!

No fim deste cheirinho a subida, estava a 1ª Zona de Abastecimento. Como ainda me sentia bem, passei junto ao miradouro, tirei duas fotos e segui caminho.

1ª Zona de Abastecimento ao km 12

Bela paisagem sobre o Rio Tejo - Linhas Torres

Lá ia eu a correr atrás deles, nem sequer passaram para ver está vista

Eh lá, a rampa começou agora, e toca a subir. O sol apertava e não perdoava. O corpo já pedia um gel. No fim de uma das rampas, parei e tomei o primeiro gel. Aí, apareceu o amigo Ruy Matos, só o conhecia do Facebook.


Já na Arruda dos Vinhos - M@nel

Ruy 

Arruda do Vinhos 

Apresentações feitas, lá fomos nós os três. Ainda andámos uns bons quilómetros juntos. Passámos pela Arruda dos Vinhos, e pouco depois ao chegar a Sabugos, lá estava a segunda Zona de Abastecimento, no quilómetro 33.



 Lá estava a grande máquina do btt, o Ricardo Racha, foi ele que me aturou na travessia da rota Vicentina, ups rebocou! Entre alguns que não conhecia, também estava o Almeida dos Maníacos, outra máquina de guerra.

Zé & Almeida

Reparem bem nesta ZA

Ricardo Racha

Passado um pouco, chegou outro cavaleiro do pedal, o Zé!


Falamos um pouco, e arrancámos novamente para os últimos quilómetros. Mais à frente, outro erro de navegação, o que nos custou alguns lugares, eh eh eh.

Havia ali pessoal que anda a um ritmo super elevado.

Uns quilómetros mais à frente, sinto o pneu detrás a fugir-me e tive de parar. Saquei da bomba mas ao encher, o pneu vazava logo a seguir. Pouco depois, chegou um grupo de cinco pessoas onde estava o Zé inserido.

Pessoal cinco estrelas, pararam todos para ajudar.  Entretanto, ao rodar o pneu, vejo algo enfiado no pneu, para o meu azar, era um Sr prego, até batia no aro.



Retirado o prego, voltei a encher o pneu mas não fui longe, nova paragem para colocar a Câmara de ar. Só nesta brincadeira, devemos ter perdido uma meia hora, à vontade.

Prosseguindo caminho, foi sempre a dar gás, salvo seja, só quando era a descer.

Já no final, numa enorme descida para Vialonga, um dos nossos companheiros teve uma pequena queda, sem consequências maiores.

Quando chegámos à estada, houve alguém que disse, que já se via a última parede. Saímos da estrada, e seguimos para um troço inacabado de uma estrada que tinha uma ponte. Ao passar para o outro lado, já se via a dita cuja.

O outro Zé, o companheiro que tinha dado a pequena queda, começou a sentir umas picadas. Nem um minuto depois, fui eu a sentir as mesmas picadas e desmontei de imediato. Andei uns metros e antes da dita parede, voltei a montar e sigaAAAAA... ...só parei no cume.

No final desta, o grupo estava novamente agrupado e seguimos para o ponto de chegada, que era o mesmo de partida.

Gravei o track, verifiquei o acumulado e o tempo. E fiquei contente com a minha prestação. Pouco depois, eu e o Zé, fomos embora.

-
The End

PNEU REMENDADO

AFINAL ERAM DOIS FUROS, COM UM SÓ PREGO



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