terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

INSANE RIDERS

 Boas companheiros/as do pedal

Este sábado passado, quis ir à  Aldeia da Mata Pequena, tem lá um Singletrack muito porreiro, vi um video do passeio do Miguel dos Carecas do Pedal, e fiquei com o bichinho.

Combinei com o Manuel cedo, mas não tão cedo como costumo ir, desta vez seria pelas 09h30, estava a chover e adiou-se para as 13h00, com esperanças que parasse um pouco, mas o São Pedro não deu tréguas. 

Saí de casa, farto e saturado de estar preso, mesmo com chuva, e com alguma esperança que fosse só umas nuvens naquela zona e que para onde fosse pedalar, houvesse mais abertas. A esperança era essa, até houve, mas poucas. 

Aventura é mesmo assim 

Lá fomos nós, subimos tudo que havia para subir, desde da Igreja de Stº Antº dos Cavaleiros até à Saída da ligação da IC22/A9, é um belo aquecimento para o que vinha.

Depois seguimos o track, fomos dar a Camarões, não o do Continente africano né, mas o da zona Saloia!

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ANTENAS DA MARCONI - NEGRAIS
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PEDRA FURADA
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Demos a volta à Pedra Furada, e passámos junto à entrada do trilho para a Cascata de Anços, e no fim do trilho que seguimos, fomos dar a um leito duma ribeira, que parecia mais um rápido, com a chuva que sentiu nos últimos dias, subiu imenso o caudal e o resultado, foi um quebra cabeças para o passar. 

A ideia era tentar encontrar uma passagem, para não ter de atravessar sem nos molharmo-nos, mas em vão, outra aventura, não molhar os sapatos, nem assim, esqueçam lá isso, da próxima vez, só tiro os pernitos e siga para dentro de água.

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TRAVESSIA DO RÁPIDO
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Lá prosseguimos em busca da Aldeia com o single tão desejado. Estávamos muito expectantes com o que iriamos encontrar. 

ENTRADA DA ALDEIA...
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Gostámos, mas temos de voltar com o piso seco, terá outro divertimento. 

No regresso, a hora já se fazia sentir e em hora de inverno, anoitece muito mais depressa, eu tinha luzes, mas o Manuel não, e nem sabíamos por onde íamos passar, foi outra aventura, fazer um nocturno. 

Nisto do btt, todo o cuidado é pouco, imaginem lá agora fazer um noturno sem luzes! 

INSANE... 

Atenções mais que redrobadas 

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Ao chegar a Ponte de Lousa, completamente noite, todos encharcados, deu para lavar as bikes junto à Loja ATX CYCLING STORE, e seguir para casa. 

Foi um passeio diferente, cheio de aventura, estou grato ao Manuel pela excelente companhia, e haverá certamente mais passeios assim.

Fim

CLÁSSICA

Boas companheiros/as do pedal

Há muito que não venho aqui 

Por vezes faço um ou outro, mas não chega para dois ou três parágrafos de relato.

Bem, há umas semanas, voltámos à nossa clássica, mas nem me apetece muito de fazer crónica, um pouco mais do mesmo. 

FOTOS

Tivemos uma companhia nova, adoro a companhia dela, dá-lhe imenso, é uma excelente companhia, e vamos sempre aprender um pouco mais sobre aves.

Este ano mudámos um pouco o curso de regresso, em vez de ir pela Nacional 10, até à ponte de Vila Franca, fomos pela Lezíria do Estuário do Tejo. Anda-se uns quilómetros a mais, mas também vamos mais seguros.

Depois o resto é igual aos anos anteriores, Caminho do Tejo ao contrário até aos Olivais, onde tínhamos os automobiles estacionados.


Fim

domingo, 3 de maio de 2020

FUCK COVID

Boas companheiros/as do pedal, há muito que não venho aqui, parece um blog fantasma, mas isso vai terminar. 

Bem, ainda o ano passado já estava falado fazer novamente a Rota Vicentina e a Via Algarviana, com sorte apanharia sol, era esse o intuito!

O grupo já estava composto, inicialmente éramos quatro e mais próximo da data veio mais um elemento, a data também já estava estipulada e só faltava mesmo ficar à espera do BigDay e siga à Marinha, mas com as noticias do novo vírus.

E pumba... Toca a desmarcar tudo, tudo pago, até da Alemanha vinha uma grande amiga que recentemente voltou à sua terra natal, e estava de volta, super feliz e animada.

Este ano ficou mais pobre em todos os aspectos. Ninguém sabe quando é que isto vai terminar. Temos de ser corajosos e sábios e viver o dia-a-dia.

Os trilhos não fogem, é tudo uma questão de tempo.

Temos de continuar a viver, sem medo, falo por mim, é como vejo daqui para a frente. Vou continuar a pedalar, quero lá saber o que dizem de mim, cada um devia-se era de ser preocupar consigo e largar a vida dos outros.

Próximo passeio Happy Birthday do maninho T, vou-lhe mostrar os trilhos do meu MegaQuintal!

Caros amigos/as aguentem-se da melhor forma que saibam, muito em breve estaremos todos juntos para desbravar e curtirmos imenso. Grande abraço e beijinhos, cuidem-se 

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

PRIMEIRA DO ANO - 2020

Boas companheiros/as do pedal

Já há uma CLÁSSICA ANUAL BTT CAVALEIROS DO PEDAL, isto é apanhar o comboio em Lisboa, com destino Santarém e regressar a pedalar pela margem sul do Tejo.

Foi exactamente isso que se fez o ano passado, e este ano no passado Dia 4 de Janeiro. Reuni as tropas, não foram muitos, mas neste momento o que me interessa é quem está e não quem não pôde vir.

O passeio este ano foi novamente com os mesmo elementos dos Cavaleiros do ano anterior, Eu, o Tiago e o Pantera, e juntaram-se mais três amigos.

"Eu estava super ansioso de experimentar o gps - Bryton Rider 450, gostei mas no fim achei-o muito básico, demasiado até, por isso é que já o despachei, e voltei ao velhinho Oregon450."

Voltando à volta, e para vos ser sincero, este tipo de volta ou se faz todo junto e não repartido como aconteceu.

Gostei da minha prestação, pensava que estava pior, mesmo não estar andar com a frequência que gostava, muito por culpa própria, mas vou mudar isso.

Não vou adiantar muito mais, das pessoas todas que foram, gostei do Tiago Santos, tem um bom andamento, é muito bem-vindo nos próximos passeios, já os outros dois, podem ficar onde estão que não interessa.

Pois é Tiago, neste momento só nós é que temos a disponibilidade para o que temos feito, e iremos continuar... Venha o próximo, Arruda - Montejunto - Arruda

BOM ANO PARA TODOS VÓS



sexta-feira, 18 de outubro de 2019

VERSÃO FINAL

Boas companheiros/as do pedal
Vou começar por vos contar a história do passeio A LOT OF SAND. 

Foi uma segunda tentativa dum passeio, o objectivo era ir ao Cabo Espichel mas a começar no Barreiro e Terminar na Trafaria.

Essa primeira tentativa (AMALDIÇOADO) correu-me muito mal, e morri literalmente, nunca tinha tido tanto cãibra como tive naquele dia. 

Passado uma ou duas semanas desse episódio, falei com o Marco, e fomos aventura. Já na margem sul, inventámos ao tentar evitar uma zona com areia, fizemos o triplo de distância de areia, e no final, ao entrar na mata da apostiça, enganámo-nos, e fizemos uns 5 ou 6km só de areia, mal dava para pedalar. E ao publicar a volta no Strava, o nome que me veio à cabeça foi mesmo esse. E assim o baptizei!

Ainda o fiz uma segunda vez a solo, no pior dia que podia fazer, recordo-me que foi em Março de 2018, no dia anterior tinha havido temporal em Sesimbra, e tirando a Via Algarviana, foi o pior molha que apanhei a pedalar.

Quis fazer um RECONHECIMENTO e juntar alguns trilhos novos ao passeio, e foi em vão, ao chegar ao Cabo Espichel, tive de voltar pela estrada. Aquela zona das Arribas, a parte que gosto mais do passeio, estava intransitável. E desde então que quis repetir esta volta, e juntar todos os trilhos que conheço e fazer uma rota final.

No passado sábado 12Out, o passeio há muito estava combinado com o suspeito do costume, o Tiago, e o Pedro também quis vir, e lá fomos nós apanhar o barco para o Barreiro às 06h15.

Eu saí de casa às 05h10
 
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Ao chegar à margem sul ainda de noite, ligámos as luzes e ao fazer a primeira subida, recordo-me duma frase do Pedro "Nós estávamos todos frios", e ele saí-me com esta, se calhar vou voltar para trás, já me dói não sei o quê! Já estava a desmotivar logo no inicio, lá lhe fizemos a cabeça, não foi preciso muito e lá seguimos para o pequeno almoço.

Prosseguindo o passeio, fizemos alguns quilómetros em estradas secundárias até chegar a Brejos de Azeitão, e foi por aí que entrámos na Serra da Arrábida, e a diversão começou. Um pouco mais à frente cruzámo-nos com o Paulo e mais dois amigos. O engraçado deste encontro, é que no dia anterior, tínhamos falado num possível encontro, mas como Eles vinham do lado oposto do nosso, pensei para os meus botões que o tal encontro nunca se viesse a realizar, e sem prever, nós íamos para a pedreira que dá acesso à Varanda da Arrábida, e eles vinham dessa direcção.

Momento do encontro

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Conversámos um pouco e depois cada grupo seguiu o seu caminho, nós fomos na direcção da pedreira. Eu sabia o que nos esperava, e que trepa, nem estava minimamente preocupado se a subia a toda em cima da bicicleta ou não, sabia o veredicto final, ia desmontar, tentei o máximo, mas sem treino não há milagres e havia tanto ainda por percorrer.

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Ao chegar ao topo da subida, fiquei um pouco desiludido, não se via nada, só vos digo uma coisa, tem uma vista espectacular. Parámos um pouco para as fotos e vídeos da praxe, e seguimos por um trilho com muita pedra embutida, e com arbustos de ambos os lados, ideal para riscar o cromado todo, como se sucedeu.

Varanda Arrábida
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Depois ainda passámos ao lado duma outra pedreira e ao chegar a Santana, estava um nevoeiro cerrado, não se via nada. Subimos ao Castelo de Sesimbra, e a diversão estava prestes a começar, para Eles, Tiago e Pedro ia ser uma estreia, quase todo o passeio o foi.
 
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Depois no final deste mega single, tínhamos um cotovelo à esquerda, mas seguimos em frente, havia indicação duma queda de água, e ao chegar, tínhamos mais um belo desafio, uma calçada romana para tentar transpor.

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No final, descemos tudo o que havia, e fomos à Vila de Sesimbra almoçar, repor energias para a segunda e última parte, o regresso.

Os candelabros do Pantera
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Ainda tivemos a agradável visita doutro Cavaleiro do Pedal, o Filipe, que é destas bandas, e foi ele que sugeriu o trilho da Queda de Água. 

No inicio queríamos almoçar no máximo uma hora e no entanto com conversa, demorámos quase duas horas, e arrancar? Ui o que doeu...

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Lá fomos nós em direcção do Cabo Espichel, ponto de viragem para o regresso a casa. Agora íamos para a Lota, e seguir subir em direcção da Praia da ribeira do cavalo e depois era só deixar embalar até ao topo. Após esta pequena e dura trepa, apanhámos estrada e seguimos para a Azoia, aí entrávamos novamente em trilho de cabra e por aí seguíamos até ao Farol do Cabo Espichel.

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Já faltava pouco

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Ao chegar à zona das Arribas começou a diversão, e sem esquecer da gestão de energia, ainda havia muito para percorrer. E infelizmente houve uma queda, e por vezes no meio do azar, houve sorte, caiu numa zona sem pedra embutida, e ainda bem, magoou-se só um pouco, ganhou para o susto, ele e nós.

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O tempo começava a escassear, e optámos fazer um atalho, e em vez de irmos para a Lagoa de Albufeira, apanhámos logo a estrada que ia para a rotunda da nato em Fernão Ferro, e ao chegar à Mata da Apostiça, foi só seguir em frente da melhor maneira que conseguimos, as forças começavam a falhar, e para se juntar à festa, areia, muita areia, não é à toa o nome do Passeio, ser este! 

Passando este grande obstáculo, seguimos pela estrada, em vez de irmos para a Fonte da Telha e depois fazer o regresso pela Arriba Fóssil. Ao chegar à Costa da Caparica, a luz do dia já tinha desaparecido, toca a ligar as luzes, ou o que restava delas, até à Trafaria, ao chegar, esperámos pouco, apanhámos o ferryboat e voltámos à nossa Margem, LISBOA!

Depois cada um foi para o seu lado. 
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Ao chegar a casa, ainda parto a corrente!

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 Total de Quilómetros

 
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THE END

segunda-feira, 13 de maio de 2019

INSANE RIDE

Olá

Ontem voltámos aos passeios longos. Combinámos com alguma antecedência, já sabendo que ia estar um calor infernal, nada nos moveu. Entusiasmados, a tripla de ontem, para a próxima semana vai voltar à carga, mas em modo travessia.

A volta planeada inicialmente era ir de comboio de Lisboa até Riachos, concelho de Torres Novas. Depois houve uma pequena alteração devido ao calor que se ia sentir.

Então lá combinamos o local e hora, e siga. Apanhámos o comboio para Santarém às 07h53, e instalámo-nos na carruagem, bikes presas e começou assim a diversão, que só terminou ao nos separar-nos em Lisboa.
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Como já tínhamos feito este percurso pelo menos três vezes, quis fazer um diferente, pelo menos no início, atravessámos logo em Santarém pará a margem sul. Depois foi rolar e torrar muito.
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Reforçar o estômago 
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Travessia para a Margem Sul 
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Sem esquecer daquela zona de pinheiros que ainda nos ajudam na progressão dom percurso com alguma sombra e alguma brisa fresca.
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Desta vez não me esqueci de besuntar bem com protector solar, mesmo assim ao chegar a Samora Correia, para o merecido almoço, parecia um tomate.
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Café Ferrari - Local habitual de Almoço
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Fomos com uma média fantástica. Para vos dizer que quando fomos das outras vezes, chegávamos sempre tarde a Samora Correia, e desta às 11h50, já nos estávamos a sentar, e chegámos a Santarém uma hora mais tarde que o habitual. 
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Estávamos surpresos com a nossa prestação, é que não temos pedalado nada, mesmo nada.

Para mim dos locais mais interessantes e bonitos de todo o percurso é ao chegar a Benavente, junto ao Rio Sorraia, e seguir por singletrack até Samora Correia, passando pelos canais de rega, não sei precisar, mas devem ser uns cinco ou seis quilómetros, e desta vez apanhámos o canal bem cheio, quase a transbordar, nunca o tinha visto assim. E ali estávamos protegidos do sol, e ainda corria uma brisa fresca.
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Após o manjar dos Deuses e um pouco de repouso, lá nos metemos novamente a caminho, agora era o regresso e sem sombras. Lá fomos comprar água com abundância, desidratar é que não. Ao chegar à N10, no track de Gps fazíamos só um pouco da nacional e depois virávamos algures à esquerda para uns estradões que nos iam levar até à ponte de Vila Franca, mas... ninguém nos avisou do inesperado. 

Havia um portão com um numero da contacto duma empresa de segurança privada. 

Perdemos logo a vontade de ir por ali, continuando pela N10 e com o cuidado redobrado, lá chegámos à ponte e atravessamos com segurança e ainda deu para nos divertirmos.
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Depois em Vila Franca foi só seguirmos para a Ciclovia, e irmos até Alhandra, aí apanhámos a N10 novamente, e seguimos o Caminho do Tejo ao contrário até Alverca, ao chegar à estação da CP daquela localidade, parámos um pouco para descansar. Ainda deu para assistir a umas manobras dum pequeno caça que ali estava a fazer exercícios.
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Em Vila Franca de Xira
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Alverca 
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Já nem tinha muita paciência para estar a tirar o telemóvel e tentar captar o tal Caça. O calor era tanto que já estava a ficar exausto. Ainda tínhamos uns bons quilómetros para fazer e decidimos após o passadiço do Tejo, seguir por estrada, em vez de ir pelas lezirias do Trancão. 
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A chegar a Alverca
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Passadiço do Tejo 


Mesmo assim, ainda parámos novamente para comprar mais água. Prosseguindo o caminho, já em Sacavem, dispersámos, cada um para o seu lado.
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Sacavém
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Ficou um dia muito bem passado, DURISSÍMO devido ao calor sentido em toda a viagem, mas muito gratificante pelo tempo passado em harmonia com esta EXCELENTE COMPANHIA, não podia estar mais grato por os ter como família!

Ahhhh somos os Cavaleiros da SObRE.PT 



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